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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Beata Chiara Luce Badano


Os pais esperam…
Sassello, localidade da Ligúria, situada na província de Savona, pertencente à diocese de Acqui (Piemonte), é uma vivificante simbiose de natureza: panoramas pitorescos, caminhos de fábula, amanheceres mágicos, tardes perfumadas. Nesta atmosfera de paz, nos anos 60, Maria Teresa e Ruggero Badano esperam o dom de Deus: um filho.
Esperaram por ele durante onze longos anos. Ruggero invocou com fé sincera e simples esta graça no santuário diocesano de Nostra Signora delle Rocche, em Ovada (AL).  
No dia 29 de Outubro de 1971 chega o raio de sol que finalmente aquecerá os corações destes pais: nasceu Chiara que será consagrada com filial confiança à Virgem Maria.
Apenas uma menina... 
Chiara (Clara) de nome e de facto, de olhos límpidos e grandes, de sorriso doce e comunicativo, inteligente e voluntariosa. Foi inscrita na escola maternal da aldeia para que, sendo filha única, fraternize com as outras crianças e não se julgue o único centro do seu núcleo familiar. A mãe educa-a através da leitura do Evangelho a amar Jesus e Nossa Senhora, a ser generosa para com os mais “débeis”, a defender a verdade e a justiça. De nenhum modo egoísta ou caprichosa foi definida pelas suas educadoras “a alma dos encontros belos e alegres da instituição”.
 O amor ao próximo 
Cresce e revela-se rica de qualidades, mas não procura dar nas vistas. Escolhe como propósito da vida o Amor: em primeiro lugar a Jesus. Aos 14 anos afirma: “descobri o Evangelho sob uma nova luz: como para mim é fácil aprender o alfabeto, assim deve ser também viver o Evangelho”

Mostra-se sempre alegre e serena. Impelida pelo amor a atender os mais débeis, os afastados, os menos agradáveis (se assim podemos chamar os deficientes mentais, os maltrapilhos, os drogados), envolve-os de delicadeza e de atenções porque neles vê o rosto de Jesus.
Chiara vive em pleno a sua adolescência. Para agradar a Jesus veste-se bem e com gosto, sem vaidade nem exagero, “porque o que conta é ser belos no seu íntimo”. Dirá um dia à sua mãe, referindo-se aos jovens caídos nas malhas da droga…: “Tu não os podes julgar: são estes os pobres de hoje”.




A doença como um dom…

No verão de 1988, durante uma partida de ténis, vê-se constrangida por uma fortedor no ombro esquerdo, obrigando-a a deixar cair a raquete. Exames clínicos e internamentos revelam o triste diagnóstico: um osteosarcoma. Chiara tem apenas 17 anos. 

Conhecida a notícia e voltando para casa, pede à mãe que não lhe faça perguntas. Passados 25 minutos de silêncio: é o seu “horto de Getsemani”; venceu a graça: “Agora podes falar, mãe”, enquanto ao seu rosto volta o sorriso luminoso de sempre. Disse o seu sim a Jesus, e não mais voltou atrás.
Passam os meses. Nunca um instante de desânimo; volta com frequência a oferta: “Se assim o queres, Jesus, também eu o quero”. Permanece inabalável a sua confiança em Deus; não sente medo: “Deus ama-me com amor infinito!”. Tudo é dom. Esquece-se de si, é disponível para acolher e ouvir quantos dela se aproximam. Em particular lança aos jovens uma mensagem: “Gostaria de lhes passar a chama como nas Olimpíades, porque a vida é só uma e vale a pena gastá-la bem”.


O Encontro final...

Não pede um milagre e volta-se para a Santíssima Virgem escrevendo um bilhetinho: “Mãezinha do Céu, tu sabes como eu desejo curar, mas se tal não está no plano de Deus, peço-te a força para nunca desistir. A tua humilde Chiara”

Por agora, como tinha declarado mais vezes, interessa-lhe apenas: “cumprir com amor a vontade de Deus: estar no seu plano!”. Entrega-se confiadamente a Ele e convida a mãe a fazer o mesmo: “Quando eu partir, confia em Deus e segue em frente!”.  

Entretanto foi-lhe atribuído, por Chiara Lubich, o “nome novo” de Luce: “Porque nos teus olhos vejo a luz do Espírito Santo”; e desde então ficou a ser para todos “Chiara Luce”
O tempo passa inexoravelmente: o fim aproxima-se; é consciente disso: “A medicina depôs as suas armas, agora só Deus pode”. E acrescenta: “Se agora me dissessem de voltar a caminhar diria que não, porque assim estou mais próxima de Jesus”.
Existe nela um grande desejo de Paraíso, onde será “muito, muito feliz”, e prepara-se para as suas “núpcias”.
Pede para ser vestida de noiva, com vestido branco, comprido e simples. Prepara a liturgia para a sua Missa: escolhe as leituras e os cantos… As ofertas devem ser destinadas às crianças pobres de África.
Ninguém deve chorar, mas sim fazer festa, porque Chiara encontra Jesus.
Às 4,10 da manhã do dia 7 de Outubro, festa de Nossa Senhora do Rosário, Chiara – depois de ter saudado a mamã: “Adeus, sê feliz, porque eu já o sou” - alcança o seu tão amado “Esposo”.
No funeral, celebrado dois dias depois pelo “seu” Bispo, participam centenas de pessoas, sobretudo jovens. Por entre lágrimas o ambiente é de alegria; os cantos que se elevam para Deus exprimem a certeza que Chiara agora está na Luce [Luz].

FONTE: 
http://www.chiaralucebadano.it/index.php?option=com_content&view=article&id=47&Itemid=326&lang=pt
Site Oficial

terça-feira, 28 de outubro de 2014

São Simão e São Judas Tadeu colunas e fundamento da verdade do Reino

sao-simao-e-sao-judas-tadeuCelebramos na alegria da fé os apóstolos São Simão e São Judas Tadeu. Os apóstolos foram colunas e fundamento da verdade do Reino.
São Simão: Simão tinha o cognome de Cananeu, palavra hebraica que significa “zeloso”. Nicéforo Calisto diz que Simão pregou na África e na Grã-Bretanha. São Fortunato, Bispo de Poitiers no fim do século VI, indica estarem Simão e Judas enterrados na Pérsia. Isto vem das histórias apócrifas dos apóstolos; segundo elas, foram martirizados em Suanir, na Pérsia, a mando de sacerdotes pagãos que instigaram as autoridades locais e o povo, tendo sido ambos decapitados. É o que rege o martirológio jeronimita.
Outros dizem que Simão foi sepultado perto do Mar Negro; na Caucásia foi elevada em sua honra uma igreja entre o VI e o VIII séculos. Beda, pelo ano de 735, colocou os dois santos no martirológio a 28 de outubro; assim ainda hoje os celebramos. Na antiga basílica de São Pedro do Vaticano havia uma capela dos dois santos, Simão e Judas, e nela se conservava o Santíssimo Sacramento.
São Judas Tadeu: Judas, um dos doze, era chamado também Tadeu ou Lebeu, que São Jerônimo interpreta como homem de senso prudente. Judas Tadeu foi quem, na Última Ceia, perguntou ao Senhor: “Senhor, como é possível que tenhas de te manifestar a nós e não ao mundo?” (Jo 14,22).
Temos uma epístola de Judas “irmão de Tiago”, que foi classificada como uma das epístolas católicas. Parece ter em vista convertidos, e combate seitas corrompidas na doutrina e nos costumes. Começa com estas palavras: “Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados e amados por Deus Pai, e conservados para Jesus Cristo: misericórdia, paz e amor vos sejam concedidos abundantemente”. Orígenes achava esta epístola “cheia de força e de graça do céu”.
Segundo São Jerônimo, Judas terá pregado em Osroene (região de Edessa), sendo rei Abgar. Terá evangelizado a Mesopotâmia, segundo Nicéforo Calisto. São Paulino de Nola tinha-o como apóstolo da Líbia. Conta-se que Nosso Senhor, em revelações particulares, teria declarado que atenderá os pedidos daqueles que, nas suas maiores aflições, recorrerem a São Judas Tadeu. Santa Brígida refere que Jesus lhe disse que recorresse a este apóstolo, pois ele lhe valeria nas suas necessidades. Tantos e tão extraordinários são os favores que São Judas Tadeu concede aos seus devotos, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas.
São Judas é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas.
São Simão e São Judas Tadeu, rogai por nós!

sábado, 25 de outubro de 2014

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão homem de paz e caridade

Santo Antônio de Sant'Anna GalvãoConhecido como “o homem da paz e da caridade”, Antônio de Sant’Anna Galvão nasceu no dia 10 de maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá (SP).
Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal, e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestígio social e influência política.
O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia, a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas.
Em 1760, ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo.
Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição.
Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do “recolhimento”.
Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis.
Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: “Aqui jaz Frei Antônio de Sant’Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822″. Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado.
Frei Galvão é o religioso cujo coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: “O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades”.
O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.
Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, rogai por nós!

sábado, 18 de outubro de 2014

São Lucas uma figura simpática do Cristianismo primitivo

São LucasEstamos em festa na liturgia da Igreja, pois lembramos a vida e o testemunho do evangelista São Lucas. Uma figura simpática do Cristianismo primitivo, homem de posição e qualidades, de formação literária e de profundo sentido artístico divino.
Nasceu em Antioquia da Síria, médico de profissão foi convertido pelo apóstolo São Paulo, do qual se tornou inseparável e fiel companheiro de missão. Colaborador no apostolado, o grande apóstolo dos gentios em diversos lugares externa a alta consideração que tinha por Lucas, como portador de zelo e fidelidade no coração. Ambos fazem várias viagens apostólicas, tornando-se um dos primeiros missionários do mundo greco-romano. Tornou-se excepcional para a vida da Igreja por ter sido dócil ao Espírito Santo, que o capacitou com o carisma da inspiração e da vivência comunitária, resultando no Evangelho segundo Lucas e na primeira história da Igreja, conhecida como Atos dos Apóstolos.
No Evangelho segundo Lucas, encontramos o Cristo, amor universal, que se revela a todos e chama Zaqueu, Maria Madalena, garante o Céu para o “bom” ladrão e conta as lindas parábolas do pai misericordioso e do bom samaritano. Nos Atos dos Apóstolos, que poderia também se chamar Atos do Espírito Santo, deparamos com a ascensão do Cristo, que promete o batismo no Espírito Santo, fato que se cumpre no dia de Pentecostes, e é inaugurada a Igreja, que desde então vem evangelizando com coragem, ousadia e amor incansável todos os povos.
Uma tradição – que recolheu no séc. XIV Nicéforo Calisto, inspirado numa frase de Teodoro, escritor do séc. VI – diz-nos que São Lucas foi pintor e fala-nos duma imagem de Nossa Senhora saída do seu pincel. Santo Agostinho, no séc. IV, diz-nos pela sua parte que não conhecemos o retrato de Maria; e Santo Ambrósio, com sentido espiritual, diz-nos que era figura de bondade. Este é o retrato que nos transmitiu São Lucas da Virgem Maria: o seu retrato moral, a bondade da sua alma. O Evangelho de boa parte das Missas de Maria Santíssima é tomado de São Lucas, porque foi ele quem mais longamente nos contou a sua vida e nos descobriu o seu Coração. Duas vezes esteve preso São Paulo em Roma e nos dois cativeiros teve consigo São Lucas, “médico queridíssimo”. Ajudava-o no seu apostolado, consolava-o nos seus trabalhos e atendia-o e curava-o com solicitude nos seus padecimentos corporais. No segundo cativeiro, do ano 67, pouco antes do martírio, escreve a Timóteo que “Lucas é o único companheiro” na sua prisão. Os outros tinham-no abandonado. O historiador São Jerônimo afirma que Lucas viveu a missão até a idade de 84 anos, terminando sua vida com o martírio. Por isso, no hino das Laudes rezamos:“Cantamos hoje, Lucas, teu martírio, teu sangue derramado por Jesus, os dois livros que trazes nos teus braços e o teu halo de luz”. É considerado o Padroeiro dos médicos, por também ele ter exercido esse ofício, conforme diz São Paulo aos Colossenses (4,14): “Saúda-vos Lucas, nosso querido médico”.
São Lucas, rogai por nós!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Santo Inácio de Antioquia fé ardente, doação completa e amor à Cristo

Santo Inácio de AntioquiaNeste dia deparamos com a fé ardente, doação completa e amor singular ao Cristo do mártir Inácio, sucessor de São Pedro em Antioquia da Síria, que desde a infância conviveu com a primeira geração dos cristãos.
Como Bispo foi muito amado em Antioquia e no Oriente todo, pois sua santidade brilhava, tanto que o prenderam devido a sua liderança na religião cristã, durante o Império de Trajano, por volta do ano 107.
Chamado Teóforo – portador de Deus – Inácio, ao ser transportado para Roma, sabia que cristãos de influência na corte imperial poderiam impedi-lo de alcançar Cristo pelo martírio, por isso, dentre tantas cartas que enviara para as comunidades cristãs, a fim de edificar, escreveu em especial à Igreja Católica em Roma: “Eu vos suplico, não mostreis comigo uma caridade inoportuna. Permiti-me ser pasto das feras, pelas quais me será possível alcançar Deus, sou trigo de Deus e quero ser moído pelos dentes dos leões, a fim de ser apresentado como pão puro a Cristo. Escutai, antes, as feras, para que se convertam em meu sepulcro e não deixem rasto do meu corpo. Então serei verdadeiro discípulo de Cristo”.
Nesta mesma carta há uma preciosa afirmação sobre a presença de Cristo na Eucaristia: “Não encontro mais prazer no alimento corruptível nem nos gozos desta vida, o que desejo é o pão de Deus, este pão que é a carne de Cristo e, por bebida, quero seu sangue, que é o amor incorruptível”.
Santo Inácio escreveu sete cartas: Epístola a Policarpo de Esmirna, Epístola aos Efésios, Epístola aos Esmirniotas, Epístola aos Filadélfos, Epístola aos Magnésios, Epístola aos Romanos, Epístola aos Tralianos.
Santo Inácio foi, de fato, atirado às feras no Coliseu em Roma no ano 107, e hoje intercede para que comecemos a ter a têmpera dos mártires a fim de nos doarmos por amor.
Santo Inácio de Antioquia, rogai por nós!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Santa Teresa de Ávila (Santa Teresa de Jesus)

Santa Teresa de ÁvilaCom grande alegria lembramos, hoje, da vida de santidade daquela que mereceu ser proclamada “Doutora da Igreja”: Santa Teresa de Ávila (também conhecida como Santa Teresa de Jesus). Teresa nasceu em Ávila, na Espanha, em 1515 e foi educada de modo sólido e cristão, tanto assim que, quando criança, se encantou tanto com a leitura da vida dos santos mártires a ponto de ter combinado fugir com o irmão para uma região onde muitos cristãos eram martirizados; mas nada disso aconteceu graças à vigilância dos pais.
Aos vinte anos, ingressou no Carmelo de Ávila, onde viveu um período no relaxamento, pois muito se apegou às criaturas, parentes e conversas destrutivas, assim como conta em seu livro biográfico.
Certo dia, foi tocada pelo olhar da imagem de um Cristo sofredor, assumiu a partir dessa experiência a sua conversão e voltou ao fervor da espiritualidade carmelita, a ponto de criar uma espiritualidade modelo.
Foi grande amiga do seu conselheiro espiritual São João da Cruz, também Doutor da Igreja, místico e reformador da parte masculina da Ordem Carmelita. Por meio de contatos místicos e com a orientação desse grande amigo, iniciou aos 40 anos de idade, com saúde abalada, a reforma do Carmelo feminino. Começou pela fundação do Carmelo de São José, fora dos muros de Ávila. Daí partiu para todas as direções da Espanha, criando novos Carmelos e reformando os antigos. Provocou com isso muitos ressentimentos por parte daqueles que não aceitavam a vida austera que propunha para o Carmelo reformado. Chegou a ter temporariamente revogada a licença para reformar outros conventos ou fundar novas casas.
Santa Teresa deixou-nos várias obras grandiosas e profundas, principalmente escritas para as suas filhas do Carmelo : “O Caminho da Perfeição”, “Pensamentos sobre o Amor de Deus”, “Castelo Interior”, “A Vida”. Morreu em Alba de Tormes na noite de 15 de outubro de 1582 aos 67 anos, e em 1622 foi proclamada santa. O seu segredo foi o amor. Conseguiu fundar mais de trinta e dois mosteiros, além de recuperar o fervor primitivo de muitas carmelitas, juntamente com São João da Cruz. Teve sofrimentos físicos e morais antes de morrer, até que em 1582 disse uma das últimas palavras: “Senhor, sou filha de vossa Igreja. Como filha da Igreja Católica quero morrer”.
No dia 27 de setembro de 1970 o Papa Paulo VI reconheceu-lhe o título de Doutora da Igreja. Sua festa litúrgica é no dia 15 de outubro. Santa Teresa de Ávila é considerada um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. Mesmo ateus e livres-pensadores são obrigados a enaltecer sua viva e arguta inteligência, a força persuasiva de seus argumentos, seu estilo vivo e atraente e seu profundo bom senso. O grande Doutor da Igreja, Santo Afonso Maria de Ligório, a tinha em tão alta estima que a escolheu como patrona, e a ela consagrou-se como filho espiritual, enaltecendo-a em muitos de seus escritos.
Santa Teresa de Ávila, rogai por nós!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Palavra de Vida

Jesus, tu disseste: "Bem aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática!" (Lc 11, 28). Abre, Senhor, os meus ouvidos e o meu coração para acolher a tua Palavra de vida eterna! Grava-a na minha mente, guarda-a na minha memória, para que eu não esqueça de teu amor. Tua Palavra é espírito e vida. Ajuda-me a pô-la em prática e proclamá-la aos meus irmãos! Que ela seja luz para meus olhos e alegria para meu coração!
Do livro Orações e Mensagens, Ed. Vozes

domingo, 12 de outubro de 2014

Que Nossa Senhora da Conceição Aparecida abençoe a nossa pátria

Que Nossa Senhora da Conceição Aparecida abençoe nossos jovens, nossas famílias, nossas crianças e nossa pátria neste momento tão difícil e importante!
“Sua mãe disse aos que estavam servindo: ‘Fazei o que ele vos disser!’” (João 2,5).
Amado irmão e irmã em Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o domingo hoje amanhece para nós no esplendor e na graça de celebrarmos Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a Padroeira de toda a nação brasileira, Mãe de todos os brasileiros.
Se há uma coisa que nos faz nos orgulhar de sermos filhos desta pátria é pela Mãe que temos! Maria que assume o rosto, que assume a face da Senhora Aparecida, é a Mãe de todos nós. Aquela história maravilhosa dos pescadores que encontraram a imagem da Virgem Maria – primeiro o corpo, depois a cabeça e por fim a graça daquela pesca abundante, o que nos remete justamente ao Evangelho de hoje, no qual narra que faltou o vinho no casamento. Eles encontraram primeiro Maria, o coração, a cabeça e a compreensão da Mãe, que viu que não havia mais vinho. Uma vez que numa festa de sete dias o vinho já havia acabado, esta corria o risco também de acabar. Que tragédia e que dor se isso acontecesse!
Maria Santíssima é aquela que intercede, é aquela que faz a ponte junto ao seu Filho Jesus, ela mesma disse: “Eles não têm mais vinho”. Quando Jesus diz a ela: “A minha hora ainda não chegou” é porque ainda não era o momento [de cumprir Sua missão], mas Ele entende o pedido e a intercessão da Mãe. Maria diz aos serventes: “Fazei tudo o que ele vos disser”.
A Mãe olha para todos nós hoje, seus filhos e filhas, filhos de Deus, para todos nós discípulos de Jesus e nos diz: “Faça tudo o que Jesus disser”. O grande milagre da vida é isso, o grande ensinamento de Maria, da Mãe de Deus, para nós é fazer tudo o que Jesus nos disser e estarmos atentos à hora da graça, ao Kairós de Deus em nossa vida.
Eles [os serventes] encheram as talhas como Jesus havia mandado, e sabemos que a graça transbordou e a água foi transformada em vinho.
Maria, a Mãe de Deus, nossa intercessora, a medianeira de todas as graças, quer hoje nos ensinar a ouvirmos a voz do seu Filho, a sermos dóceis e obedientes a Ele. Nossa Senhora intercede por nós, ela pede pelas nossas necessidades, é como a rainha Ester, medianeira do seu povo – como ela tem sido a medianeira de todo o povo brasileiro.
Que a Mãe de Deus, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, abençoe a nossa pátria, abençoe nossos jovens, abençoe nossas famílias, abençoe nossas crianças e abençoe o Brasil neste momento tão difícil e importante que ele vive. E nos aponte o caminho para que o Brasil seja cada vez mais uma terra abençoada e próspera, e seja sempre a terra de Santa Cruz.
Deus abençoe você!

Cardeais brasileiros comentam o andamento dos trabalhos do Sínodo sobre a Família

Via: Rede Século XXI

Segundo os cardeais brasileiros, a 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos prossegue em um clima fraterno e de diálogo


Para cardeais brasileiros, a 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos prossegue em um clima fraterno e de diálogo. No quarto dia do evento, quarta-feira (08), os Padres sinodais refletiram sobre temas como casais de segunda união e a união de pessoas do mesmo sexo.
 
Em seu discurso, dom Damasceno, que é também presidente delegado do Sínodo, pediu para que a Igreja ampare as “situações familiares difíceis”. “A Igreja tem de ter um olhar de compreensão para todos os dramas que vivem, hoje, muitos casais e famílias. É preciso atitudes de misericórdia, aproximação e compreensão para com essas pessoas”, afirmou. Sobre os casais de segunda união, o cardeal disse ser importante avaliar cada caso e encontrar um caminho que possa levar a paz, também, a esses casais.

Foto: CNBB

Diálogo e clareza
 
Sobre os andamentos do trabalho da Assembleia do Sínodo, o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, Cardeal João Braz de Avis, recorda que o Papa Francisco tem incentivado o diálogo aberto nas sessões. “Ficamos admirados com a liberdade com que o papa Francisco nos colocou. Percebemos nos trabalhos dos Sínodo um equilíbrio nas várias posições que cada um tem. O que o Papa deseja é que se fale com transparência, que escute com humildade e que se fale com clareza”, acrescentou.
 
O Instrumento de Trabalho, que trata dos “Desafios pastorais da família no contexto da evangelização”, tem norteado as reflexões. Na avaliação do Arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, o método de trabalho nesta Assembleia Sinodal está evitando a repetição dos mesmos temas. “O Santo Padre convocou o Sínodo para ouvir. Ele, o tempo todo, ouve e pediu aos Padres sinodais para que sejam livres em suas intervenções e falem abertamente. O clima do Sínodo está muito fraterno”.

A reunião conta com a presença de 191 Padres sinodais e 62 participantes entre especialistas, auditores e delegados fraternos. Na opinião do Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), cardeal Orani João Tempesta, o Sínodo tem proporcionado uma discussão valiosa sobre a importância da família, levando em consideração as mudanças culturais.
 
“Cardeais, Bispos, Padres, leigos e casais juntos com o papa Francisco estão buscando encontrar o melhor para incentivar as famílias a contrair o matrimônio. Ao mesmo tempo, também, pensam em possibilidades para ir ao encontro daqueles que estão na Igreja e querem participar mais”, disse dom Orani.
 
O Sínodo tem duas sessões diárias, em que são tratados os temas indicados pelo Instrumento de Trabalho. A reunião prosseguirá até o dia 19 de outubro.

Fonte: CNBB

Nossa Senhora da Conceição Aparecida - Padroeira do Brasil

Nossa Senhora da Conceição AparecidaCom muita alegria nós, brasileiros, lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora da Igreja e das famílias brasileiras: Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).
Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.
Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.
Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).
No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora “Aparecida” das águas.
O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora AparecidaPadroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.
Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.
Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o “maior Santuário Mariano do mundo”.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Como celebrar a Palavra quando não tem um sacerdote ou diácono?

Orientações para a celebração da Palavra de Deus

A Eucaristia é, por excelência, a celebração do Dia do Senhor. O Catecismo da Igreja Católica prescreve: “O mandamento da Igreja determina e especifica a lei do Senhor: ‘Aos domingos e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis têm a obrigação de participar da Missa’. Satisfaz o preceito de participar dela quem a assiste segundo o rito católico no próprio dia da festa ou à tarde do dia anterior” (CIC 2180).

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A Celebração da Palavra não deve ser confundida com a Missa. O documento 43 – “Animação da vida litúrgica no Brasil”–, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), assim nos orienta: “Contudo, não confundimos nunca estas celebrações com a Eucaristia. Missa é Missa.Celebração da Palavra, mesmo com a distribuição da comunhão, não deve levar o povo a pensar que se trata do Sacrifício da Missa. É errado, por exemplo, apresentar as oferendas, rezar o Cordeiro de Deus e dar a bênção própria dos ministros ordenados”.
O ideal seria que todas as comunidades pudessem participar da Missa, contudo a realidade que vivemos no Brasil não é essa. Segundo o documento 43 da CNBB, cerca de 70% das comunidades no Brasil não tem acesso à Celebração Eucarística presidida por um ministro ordenado. Muitas delas se encontram em regiões distantes que não permitem aos fiéis ir a uma igreja. O que fazer em tais casos? Qual a orientação da Igreja?
Vejamos o que diz a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium sobre a Sagrada Liturgia: “Promova-se a celebração da Palavra de Deus nas vigílias das festas mais solenes, em alguns dias feriais do Advento e da Quaresma e nos domingos e dias de festa, especialmente onde não houver sacerdote; neste caso, será um diácono ou outra pessoa delegada pelo bispo a dirigir a celebração” (SC, 35.4).
A Congregação para o Culto Divino, no “Diretório para celebrações dominicais na ausência do presbítero”, no parágrafo 20, assim prescreve: “Entre as muitas formas celebrativas que se encontram na tradição litúrgica, é muito recomendada a Celebração da Palavra de Deus”.
O mesmo diretório diz: “Quando em alguns lugares não for possível celebrar a Missa aos domingos, veja-se primeiro se os fiéis não podem deslocar-se à igreja de um lugar mais próximo e participar aí da celebração do mistério eucarístico.
Quando a celebração da Missa dominical não é possível, é muito recomendada a celebração da Palavra de Deus, seguida da comunhão eucarística. Mas é necessário que os fiéis percebam com clareza que tais celebrações têm simplesmente carácter supletivo, e não venham a considerá-las como a melhor solução para as atuais dificuldades ou concessão feita à comodidade. Por isso, as celebrações dominicais, na ausência do presbítero, nunca podem realizar-se aos domingos naqueles lugares onde a Missa já foi ou vier a ser celebrada nesse dia ou tiver sido celebrada na tarde do dia anterior, mesmo noutra língua”. Recomendo a leitura atenta do “Diretório para celebrações dominicais na ausência do Presbítero”, publicado pela Congregação para o Culto Divino.
A celebração dominical na ausência do presbítero é orientada por um diácono que a preside ou, na sua falta, por um leigo designado pelo pároco.
A CNBB publicou um documento (número 52) sobre “Orientações para a celebração da Palavra de Deus”. Neste documento, encontramos alguns dados importantes:
1. Para a Celebração da Palavra de Deus não existe um ritual próprio. Muitas comunidades seguem o esquema da Celebração Eucarística, omitindo algumas partes ou usando um subsídio específico.
2. Na Celebração da Palavra, sejam valorizados os seguintes elementos: 1) Reunião em nome do Senhor; 2) Proclamação e atualização da Palavra; 3) Ação de Graças; e 4) Envio em Missão.
O documento ainda oferece um roteiro:
1. Ritos iniciais: Saudação, acolhida, introdução no espírito da celebração, rito penitencial. Quem preside conclui os ritos iniciais com uma oração.
2. Leitura, Salmo e Evangelho.
3. Partilha da Palavra de Deus.
4. Profissão de Fé.
5. Oração dos Fiéis.
6. Momento de Louvor: Não deve ter, de modo algum, a forma de Celebração Eucarística.
7. Oração do Senhor – Pai Nosso.
8. Abraço da Paz.
9. Comunhão Eucarística: Nas comunidades onde se distribui a Comunhão durante a Celebração da Palavra, o Pão Eucarístico pode ser colocado sobre o altar antes do momento da ação de graças e do louvor, como sinal da vinda do Cristo, Pão Vivo que desceu do céu.
10. Ritos finais.


Como deve ser a nossa oração?

Meus irmãos e minhas irmãs, o Senhor vem trazer algo fundamental para nossa vida, a oração. Ela é o oxigênio da nossa alma, é a possibilidade de entrarmos no coração de Deus, é o nosso momento de intimidade com Ele. Por isso o Senhor nos mostra, por meio da oração, que Ele deseja nos conceder muitas coisas; o problema é que nós não vamos até Ele. Nós buscamos em outros senhores o que encontríamos n’Ele.
Em Deus experimentamos o alívio, a paz. Mas como devemos orar? Sendo perseverantes. Rezar é insistir, é não parar de modo nenhum nas dificuldades. Aquele que caminha na oração perseverante recebe do Altíssmo grandes coisas. Nada nem ninguém pode tentar contra um homem e uma mulher perseverantes na fé, pois quando estes têm Deus no coração, não se deixam levar por qualquer coisa.
Vamos rezar mais, rezar melhor! A solução vem do Senhor, que fez o céu e a terra. Precisamos estar em íntima comunhão com Ele. Orar é pedir persistentemente.
Jesus, para nos mostrar a importância da oração, exemplifica: “Se um de vós tiver um amigo e for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: ‘Amigo, empresta-me três pães, porque um amigo meu chegou de viagem e nada tenho para lhe oferecer’, e se o outro responder lá de dentro: ‘Não me incomodes. A porta já está fechada, e meus filhos estão deitados comigo. Não posso me levantar e lhe dar o que me pede’. Eu lhes digo: embora ele não se levante para dar-lhe o pão por ser seu amigo, por causa da importunação se levantará e lhe dará tudo o que precisar. “Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta” (Lucas 11,5-10).

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