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terça-feira, 29 de julho de 2014

Santa Marta, modelo ativo de quem acolhe

Santa MartaHoje lembramos a vida de Santa Marta, que tem seu testemunho gravado nas Sagradas Escrituras. Padres e teólogos encontram em Marta e sua irmã Maria, a figura da vida ativa (Marta) e contemplativa (Maria). O nome Marta vem do hebraico e significa “senhora”.
No Evangelho, Santa Marta apresenta-se como modelo ativo de quem acolhe: “… Jesus entrou em uma aldeia e uma mulher chamada Marta o recebeu em sua casa” (Lc 10,38).
Esta não foi a única vez, já que é comprovada a grande amizade do Senhor para com Marta e seus irmãos, a ponto de Jesus chorar e reviver o irmão Lázaro.
A tradição nos diz que diante da perseguição dos judeus, Santa Marta, Maria e Lázaro, saíram de Bethânia e tiveram de ir para França, onde se dedicaram à evangelização. Santa Marta é considerada em particular como patrona das cozinheiras e sua devoção teve início na época das Cruzadas.
Santa Marta, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/santa-marta-modelo-ativo-de-quem-acolhe/

domingo, 27 de julho de 2014

Saber o que pedir, saber o que buscar


Após a homilia desses dois últimos domingos e um pouco de reflexão, cheguei a conclusão dos belos planos de Deus para nossa relação com Ele e com o próximo. Domingo passado, vimos através de Paulo a necessidade de saber orar. Nesse domingo recebemos, caso não tenha ficado claro no outro domingo, o exemplo de como e/ou o que pedir. No primeiro, Paulo afirma que o Espírito entra em nosso ser e sabe do que queremos. No segundo, em sonho, Deus pergunta a Salomão o que ele deseja. Por sua parte, Salomão não foi superficial, pedindo fortuna ou saúde para viver longos anos, mas pediu o que aflingia em seu coração. No entanto, foi mais profundo ainda pelo fato de não ter pedido coisas concretas, digo, soluções prontas. Salomão foi sábio antes mesmo de pedir a sabedoria, pois ele não pediu a solução de seus problemas, mas sim a CAPACIDADE para solucioná-los. Esses dois domingos nos convidam a buscar a capacidade através do Espírito Santo, a capacitação para enfrentar o dia a dia e se fortalecer por Ele. Assim, será mais fácil no fim dos tempos ser o trigo da colheita ou o peixe bom da pesca.
Caros irmãos, acima foi dito uma das principais mensagens... Mas podemos ir além... Em Colossenses, Paulo nos pede para "buscar as coisas do alto", e nesse domingo Jesus nos fala do homem q larga tudo para ter o tesouro e do comprador que vende tudo para ter a pérola. O tesouro e a pérola são o reino dos céus. Após esse trecho recebemos o chamado para buscar o reino. Após isso Jesus fala sobre a seleção dos peixes bons e ruins pelos anjos... Ora, Ele já não havia dito a pouco (domingo passado para nós) do joio e do trigo? Para que repetir? Agora, Jesus nos traz uma intenção a mais. Entre as duas parábolas ele nos passa o ensinamento sobre o grão de mostarda (nas pequenas coisas podemos alcançar grandes), da mulher com o fermento (onde, colocando Deus nas nossas coisas, tudo se desenvolve) e nesse domingo sobre a necessidade de largar tudo para buscar a Deus, o reino dos céus. Dessa vez o traço entre ser bom ou ser ruim é mais profundo. Nos mostra que não basta ser peixe, não basta "ser" de Cristo, é necessário ser cristãos autênticos (como sempre lembra Papa Francisco), para na busca incessante encontrarmos as graças de Deus. Ora, pela graça de Deus o joio podia se tornar trigo ou até mesmo proteger o mesmo. O trigo por sua vez podia enfraquecer e morrer antes da colheita. Devemos ser insistentes na busca dos dons do Espírito como pérola ou tesouro para nos capacitar, nos permanecer na grande árvore da Igreja semeada como grão de mostarda, não separar do nosso dia a dia os afazeres de Deus e sim uní-los para que tudo cresça e desenvolva. 
Por fim, sejamos também como pescadores, não guardemos peixes ruins (aqui, os maus sentimentos)... Descarte-os, guarde somente o que é bom, o que vem de Deus.

Boa semana, paz e bem!

João Paulo Radd
Administrador Saber Católico

17º Domingo Comum – Domingo 27/07/2014

Conheça a história de São Pantaleão 
Primeira Leitura (1Rs 3,5.7-12)
Leitura do Primeiro Livro dos Reis:
Naqueles dias, 5em Gabaon, o Senhor apareceu a Salomão, em sonho, e lhe disse: “Pede o que desejas, e eu te darei”.
7E Salomão disse: “Senhor meu Deus, tu fizeste reinar o teu servo em lugar de Davi, meu pai. Mas eu não passo de um adolescente, que não sabe ainda como governar. 8Além disso, teu servo está no meio do teu povo eleito, povo tão numeroso que não se pode contar ou calcular.9Dá, pois, ao teu servo, um coração compreensivo, capaz de governar o teu povo e de discernir entre o bem e o mal. Do contrário, quem poderá governar este teu povo tão numeroso?”
10Esta oração de Salomão agradou ao Senhor. 11E Deus disse a Salomão: “Já que pediste esses dons e não pediste para ti longos anos de vida, nem riquezas, nem a morte de teus inimigos, mas sim sabedoria para praticar a justiça, 12vou satisfazer o teu pedido; dou-te um coração sábio e inteligente, como nunca houve outro igual antes de ti nem haverá depois de ti”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 118)
— Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!
— Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!
— É esta a parte que escolhi por minha herança:/ observar vossas palavras, ó Senhor!/ A lei de vossa boca, para mim,/ vale mais do que milhões em ouro e prata.
— Vosso amor seja um consolo para mim,/ conforme a vosso servo prometestes. Venha a mim o vosso amor e viverei,/ porque tenho em vossa lei o meu prazer!
— Por isso amo os mandamentos que nos destes,/ mais que o ouro, muito mais que o ouro fino!/ Por isso eu sigo bem direito as vossas leis,/ detesto todos os caminhos da mentira.
— Maravilhosos são os vossos testemunhos,/ eis por que meu coração os observa!/ Vossa palavra, ao revelar-se, me ilumina,/ ela dá sabedoria aos pequeninos.

Segunda Leitura (Rm 8,28-30)
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos:
Irmãos: 28Sabemos que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados para a salvação, de acordo com o projeto de Deus. 29Pois aqueles que Deus contemplou com seu amor desde sempre, a esses ele predestinou a serem conformes a imagem de seu Filho, para que este seja o primogênito numa multidão de irmãos.
30E aqueles que Deus predestinou, também os chamou. E aos que chamou, também os tornou justos; e aos que tornou justos, também os glorificou.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Mt 13,44-52)
—O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
—PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 44“O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo.
45O Reino dos Céus é também como um comprador que procura pérolas preciosas. 46Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola.
47O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo.48Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam.
49Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí haverá choro e ranger de dentes.
51Compreendestes tudo isso?” Eles responderam: “Sim”.
52Então Jesus acrescentou: “Assim, pois, todo o mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Fonte: http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/17o-domingo-comum-domingo-27072014/

sábado, 26 de julho de 2014

Digam não a toda forma de corrupção e ilegalidade, pede Papa

via Canção Nova

O Papa Francisco visitou a cidade de Caserta  e exortou os fiéis a negarem qualquer forma de corrupção e ilegalidade
André Cunha
Da redação CN
"Peço que tenham a coragem de dizer não a qualquer forma de corrupção e ilegalidade", pediu Francisco. Foto: Reprodução/CTV
“Peço que tenham a coragem de dizer não a qualquer forma de corrupção e ilegalidade”, pediu Francisco. Foto: Reprodução/CTV
O Papa Francisco faz mais uma viagem apostólica neste sábado, 26, desta vez à cidade de Caserta, região ao Sul da Itália. O Papa chegou por volta das 16h (horário italiano), para um encontro com os sacerdotes da diocese de Nápoles, na Escola de Suboficiais de Aeronáutica Militar.
O outro compromisso oficial foi a celebração da Missa. Francisco entrou num veículo aberto e foi saudado por cerca de 200 mil pessoas que encheram o local com gritos de saudação e acolhimento.
Na homilia, o Papa exortou o fiéis a dizerem não a todo tipo de corrupção. “Peço que tenham a coragem de dizer não a qualquer forma de corrupção e ilegalidade, que todos sejam servidores da verdade e assumam sempre um estilo de vida evangélico, que se manifesta no dom de si e na atenção aos pobres e excluídos”.
O Pontífice destacou ainda a presença do Reino de Deus no mundo, na pessoa de Jesus. Explicou o que é, como encontrá-lo e como possuir este Reino. Sobre esta última questão, o Papa disse que Jesus é muito claro: “não basta a emoção, a alegria da descoberta”. “É preciso colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas, preferi-Lo antes de tudo”. Dar primazia a Deus significa, segundo ele, ter a coragem de dizer não para o mal, a violência, a opressão.
“É viver uma vida de serviço aos outros e em favor da lei e do bem comum. Quando uma pessoa encontra Deus, o verdadeiro tesouro, abandona o estilo de vida egoísta e tentar compartilhar com os outros o amor que vem de Deus. Quem se torna amigo de Deus, ama seus irmãos, se empenha em proteger suas vidas e sua saúde, também respeitando o meio ambiente e a natureza”, completou.
“Peço que tenham a coragem de dizer não a qualquer forma de corrupção e ilegalidade, que todos sejam servidores da verdade e assumam sempre um estilo de vida evangélico, que se manifesta no dom de si e na atenção aos pobres e excluídos”, concluiu.
Na segunda-feira, 28 de julho, Francisco faz nova deslocação a Caserta, desta vez para o encontro privado com Giovanni Traettino e a sua comunidade.

Cerca de 200 mil fiéis participam de Missa com o Papa em Caserta / Foto: Reprodução
Cerca de 200 mil fiéis participaram da Missa com o Papa em Caserta / Foto: Reprodução

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/papa-fala-sobre-o-reino-de-deus-em-visita-a-caserta/

A importância dos avós

via Canção Nova

Uma criança que respeita os avós certamente será mais consciente do seu papel como cidadão
A formação dos filhos acontece pela interação deles com a família e com a sociedade. Quantas lembranças boas temos da relação com nossos avós! As viagens para a casa deles, a comidinha gostosa, o carinho, o olhar, as histórias. Enfim, a riqueza do relacionamento com eles é significativa na vida de uma criança.
A-importância-dos-avós
As raízes familiares são transmitidas também pelos avós, e isto é bastante válido. Todo contato é importante e também enriquece a vida deles, que já se encontram em outro momento de vida e se “revitalizam” com seus netos.
Nesta convivência, outro ponto muito importante é ensinar à criança o valor da pessoa mais velha. Num mundo “descartável”, no qual o “velho” é facilmente deixado de lado ou ridicularizado, é extremamente válido que possamos dar à criança o sentido de valor dos mais idosos, bem como o respeito que deve ser dado a eles.
Uma criança que respeita a história, o passado, as tradições certamente será mais consciente do seu papel como cidadão.
A relação entre pais e avós é, dentro do possível, bastante salutar. No entanto, as regras e os limites para a criança devem ser combinados entre eles, caso sejam os avós quem cuidarão dos netos. Assim, a educação das crianças terá regras parecidas e não haverá desentendimentos.
Quando existe uma relação conflituosa dos pais com os avós, é importante que ela seja resolvida entre eles, mas nunca com a participação da criança. Mesmo que sua visão a respeito dos avós seja comprometida, evite um posicionamento que dê essa impressão para seus filhos.
Cada família tem sua configuração, seus conflitos e entendimentos particulares. Assim, cabe a cada família avaliar quando e como seus filhos estarão com os avós. Só não vale usá-los como “cuidadores de luxo”, atendendo às necessidades dos pais e nada mais.
A troca de afetos é muito válida, porque prepara os filhos pequenos para o contato com outras pessoas no mundo. A vinda de novos netos sempre é uma comemoração e dá aos idosos o sentimento de continuação e perpetuação da família. Dá a eles o sentido de que suas histórias serão multiplicadas para outros membros da família, fato extremamente enriquecedor.
Acredito ser bastante importante que também os pais possam rever sua percepção sobre as pessoas mais velhas e sobre o relacionamento que têm com elas. A partir dos exemplos dos pais, a criança terá, de forma melhor ou pior, sua relação com os avós ou com qualquer pessoa mais velha.
A grande lição dessa experiência é que os netos são de fundamental importância na vida dos avós e que o relacionamento entre eles é extremamente importante para os adultos que estão envelhecendo e para as crianças que estão amadurecendo.


Fonte: http://formacao.cancaonova.com/familia/educacao-de-filhos/a-importancia-dos-avos/

O Espiritismo é cristão?

Nesta aula sobre o espiritismo, vamos apresentar a doutrina espírita, com as palavras dos próprios adeptos dessa religião, a fim de mostrar que ela é absolutamente incompatível com a doutrina católica e com o Cristianismo tradicional.
Para tal intento, será utilizado um trecho da obra "Doutrina Espírita para Principiantes"[1], mais especificamente o segundo capítulo, que faz um resumo sistemático da doutrina espírita. Já que vários aspectos de seu surgimento - como a filiação de Allan Kardec à maçonaria e a ligação dos primeiros codificadores espíritas à teosofia – foram propositalmente omitidos da obra e levaria muito tempo trazer à luz textos biográficos e outros documentos históricos, o primeiro capítulo, que aborda a história do espiritismo, será colocado à parte nesta aula.
Em um parágrafo do segundo capítulo, sobre "O Consolador Prometido" (referência clara ao Paráclito prometido por Jesus aos seus apóstolos [2]), é possível ler:
O Consolador prometido por Jesus, também designado pelo apóstolo João como o «Santo Espírito», seria enviado à Terra com a missão de consolar e lidar com a verdade. Sob o nome de Consolador e de Espírito de Verdade, Jesus anunciou a vinda daquele que havia de ensinar todas as coisas e de lembrar o que ele dissera. A relação entre o Espiritismo e o Consolador está no fato de a Doutrina Espírita conter todas as condições do Consolador que Jesus prometeu; ou seja, o Espiritismo vem abrir os olhos e os ouvidos, pois fala sem figuras, sem alegorias, levantando o véu intencionalmente lançado sobre certos mistérios; vem, finalmente, trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem. Jesus sabia que seria inoportuna uma revelação mais ampla, já que o homem da sua época não estava amadurecido e além disso previa que a sua mensagem seria distorcida com o correr do tempo; e por isso prometeu um Consolador.
Então, o espiritismo autoproclama-se "o Consolador prometido por Jesus". Para nós, católicos, Jesus, ao falar desse Consolador, faz referência à terceira pessoa da Santíssima Trindade. Os espíritas, porém, copiam alguns hereges antigos que também se intitulavam "o Consolador" – esse foi um artifício dos montanistas e dos milenaristas, notadamente do abade Joaquim de Fiore –, dividindo a história em três partes: o Antigo Testamento, a revelação mosaica; o Novo Testamento, a revelação cristã; e, então, o Consolador, que seria a religião inventada por eles. É precisamente nisto que consiste o cerne da chamada "revelação espírita", como se pode ler, ainda na obra de Rivas:
Definamos primeiro o sentido da palavra revelação. Revelar, do latim revelare, cuja raiz, velum véu, significa literalmente descobrir de sob o véu e, figuradamente, descobrir, dar a conhecer uma coisa. A característica essencial de qualquer revelação tem que ser a verdade. Revelar um segredo é dar a conhecer um fato; se este é falso já não é um fato e por consequência não existe revelação. O Espiritismo, partindo das próprias palavras do Cristo, como este partiu das de Moisés, é consequência direta da sua doutrina. A ideia vaga da vida futura, acrescenta a revelação da existência do mundo invisível que nos rodeia, povoa o espaço e levanta o véu que ocultava aos homens os mistérios do nascimento e da morte. A primeira revelação teve a sua personificação em Moisés, a segunda no Cristo, a terceira não a tem em indivíduo algum. As duas primeiras foram individuais, a terceira coletiva; aí está um caráter essencial de grande importância. Ninguém, por consequência, pode inculcar-se como seu profeta exclusivo; foi espalhada simultaneamente, por sobre a Terra, a milhões de pessoas, de todas as idades e condições, a fim de servir um dia a todos, de ponto de ligação. Chegou numa época de emancipação e maturidade intelectual, na qual o homem não aceita nada às cegas. A revelação espírita é progressiva. O Espiritismo não têm dito a última palavra, mas tem aberto um campo amplo para o estudo e a observação. Pela sua natureza possui duplo caráter, é ao mesmo tempo divina e humana. Divina porque provém da iniciativa dos Espíritos e humana porque é fruto do trabalho do homem. Os ensinamentos dos Espíritos, por toda parte, nos mostram a unidade da lei. Em virtude dessa unidade, reinam na obra eterna a ordem e a harmonia.
Fica nas entrelinhas a ideia de que a revelação de Jesus foi um estágio imperfeito. Para Allan Kardec, Ele "falou de tudo, mas em termos mais ou menos claros, de maneira que, para entender o sentido oculto de certas palavras, era preciso que novas ideias e novos conhecimentos viessem dar-nos a chave". Essa "chave" seria o espiritismo: Jesus falou por meio de parábolas, de modo simbólico; agora, que já foi dado o "tempo à ciência para progredir"[3], os espíritas são quem têm a palavra. Essa pretensão cientificista dos espíritas traz à tona o caráter "naturalista" de sua religião. A ciência é, sem dúvida, um instrumento importante, mas deve atuar em seu âmbito próprio, que é a análise dos fenômenos da natureza. A revelação divina, ao contrário, não deve ser medida com instrumentos empíricos, que são insuficientes.
Mas, deixando de lado também o exame científico da questão espírita, é absolutamente inaceitável para um cristão dizer que o ensinamento de nosso Senhor Jesus Cristo pode ser "corrigido" ou "aperfeiçoado". O Catecismo da Igreja Católica diz, com toda a clareza, que "o Filho é a Palavra definitiva do Pai, de sorte que depois dele não haverá outra Revelação"[4]; e ainda: "A fé cristã não pode aceitar 'revelações' que pretendam ultrapassar ou corrigir a Revelação da qual Cristo é a perfeição. Este é o caso de certas religiões não-cristãs e também de certas seitas recentes que se fundamentam em tais 'revelações'"[5].
O livro "Doutrina Espírita para Principiantes" traz também as cinco obras fundamentais do espiritismo kardecista, todas elas escritas por Allan Kardec, pseudônimo utilizado pelo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804 – 1869), considerado o "codificador" da doutrina espírita:
1) O Livro dos Espíritos (1857):
Contém os princípios da Doutrina Espírita. Trata sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo os ensinos dados por Espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns – recebidos e coordenados por Allan Kardec. Divide-se em quatro tópicos: «As causas primárias»; «Mundo espírita ou dos Espíritos»; «As leis morais»; e «Esperanças e consolações».
Enquanto os cristãos lançam um olhar de reverência para Jesus e para as Sagradas Escrituras, nas obras de Kardec, os espíritos estão a todo o momento corrigindo a Bíblia – a base de "O Livro dos Espíritos" são "os ensinos dados por Espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns" –, fazendo uma "adaptação" completamente pervertida de seu conteúdo.
2) O Livro dos Médiuns (1861):
Orienta a conduta prática das pessoas que exercem a função de intermediar o mundo espiritual com o material. Mostra aos médiuns os inconvenientes da mediunidade, suas virtudes e os perigos provindos de uma faculdade descontrolada. Ensina a forma de se obter contatos proveitosos e edificantes junto à Espiritualidade. A obra demonstra ainda as consequências morais e filosóficas decorrentes das relações entre o invisível e o visível. É o maior tratado de paranormalidade já escrito.
Médium, para a doutrina espírita, é uma pessoa que tem a capacidade de estabelecer comunicações entre os dois mundos: o dos "espíritos encarnados" e o dos "espíritos desencarnados". "O Livro dos Médiuns" seria, na linguagem de Rivas, "o maior tratado de paranormalidade já escrito". Trata-se de uma confusão constante no vocabulário espírita: eles frequentemente reputam como normais acontecimentos que são, na verdade, extraordinários. A alma de um falecido comunicar-se com os vivos, por exemplo, é algo absolutamente fora do comum, enquanto, para eles, seria algo ordinário e natural.
3) O Evangelho segundo o Espiritismo (1864):
Trata-se da parte moral e religiosa da Doutrina Espírita. Ensina a teoria e a prática do Cristianismo, através de comentários sobre as principais passagens da vida de Jesus, feitos por Allan Kardec e pelos Espíritos superiores. Mostra que as parábolas existentes no Evangelho, que aos olhos humanos parecem fantasias, na verdade exprimem o mais profundo código de conduta moral de que se tem notícia.
"O Evangelho segundo o Espiritismo" ensinaria, nas palavras de Rivas, "a teoria e a prática do Cristianismo". Ou seja, Allan Kardec diz-se o legítimo intérprete do Evangelho, tendo recebido a chave de interpretação dos espíritos. Essa ideia é de uma pretensão indubitavelmente inaceitável para os cristãos.
4) O Céu e o Inferno (1865):
Neste livro, através da evocação dos Espíritos, Allan Kardec apresenta a verdadeira face do desejado «céu», do temido «inferno», como também do chamado «purgatório». Põe fim às penas eternas, demonstrando que tudo no Universo evolui e que as teorias sobre o sofrimento no fogo do inferno nada mais são do que uma ilusão. Comunicações de Espíritos desencarnados, de cultura e hábitos diversos, são analisadas e comentadas pelo Codificador, mostrando a situação de felicidade, de arrependimento ou sofrimento dos que habitam o mundo espiritual.
Nesse livro, Allan Kardec distorce totalmente a doutrina cristã sobre a escatologia. Ao pôr "fim às penas eternas", ele praticamente nega a existência do inferno, corroborada tantas vezes por Cristo nas Escrituras[6].
5) A Gênese (1868):
Este livro é um estudo a respeito de como foi criado o mundo, como apareceram as criaturas e como é o Universo em suas faces material e espiritual. É a parte científica da Doutrina Espírita. Explica a Criação, colocando Ciência e Religião face a face. A Gênesis bíblica é estudada e vista como uma realidade científica, disfarçada por alegorias e lendas. Os seis dias narrados nas Escrituras Sagradas são mostrados como o tempo que o Criador teria gasto com a formação do Universo e da Terra; eras geológicas, que seguem a ordem cronológica comprovada pela Ciência em suas pesquisas. Os «milagres», realizados por Jesus, são explicados como sendo produto da modificação dos elementos da natureza, sob a ação de sua poderosa mediunidade.
"A Gênese", na verdade, não passa de uma das maiores farsas do espiritismo. Camille Flammarion, que ajudou Kardec a escrever essa obra, ao falar sobre o cosmos, comete equívocos clamorosos, errando números de satélites e vários princípios básicos de astronomia – algo inaceitável para espíritos supostamente tão sábios. Perguntado sobre os erros contidos no livro, Flammarion afirmou que se tratava do conhecimento que eles tinham na época, ou seja, deixou claro que aquelas informações não vieram do "mundo dos espíritos", mas tão somente de suas cabeças. Até hoje, no entanto, Flammarion é venerado e não há nenhum pedido de desculpas e nenhuma retratação desse fato – um exemplo flagrante de desonestidade intelectual.
Ainda na "Doutrina Espírita para Principiantes", são elencados os "Princípios Fundamentais" dos ensinamentos dos Espíritos", a saber:
1) A Existência de Deus: Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas.
Os termos empregados são cuidadosos: procuram mascarar a doutrina espírita para dar-lhe um ar cristão. No entanto, a visão espírita de Deus é deísta. Kardec, ao definir a divindade, ao invés de perguntar "quem é Deus", usa a expressão "o que é Deus" [7], como que a indicar: Deus é a "Inteligência Suprema", mas não é necessariamente um ser pessoal, alguém com quem o homem pode verdadeiramente se relacionar. Isso não se coaduna com a religião cristã, na qual Deus é um só, em três pessoas realmente distintas.
2) A Imortalidade da Alma: Somos em essência Espíritos, seres inteligentes da criação. O espírito é o princípio inteligente do Universo.
Nós, católicos, estamos de acordo com o princípio da imortalidade da alma, mas não da forma como é exposto acima. Não "somos em essência Espíritos": "a pessoa humana, criada à imagem de Deus, é um ser ao mesmo tempo corporal e espiritual" [8]; "o espírito e a matéria no homem não são duas naturezas unidas, mas a união deles forma uma única natureza" [9]. A grande dificuldade antropológica do espiritismo está justamente neste dualismo: o homem seria só a sua alma e o seu corpo, uma prisão. A Igreja já condenou há muito tempo a metempsicose e a apocatástase, de Orígenes, que são doutrinas defendidas sob outros nomes pelos espíritas. Elas podem ser aceitas pelo orfismo e pelo platonismo, mas não pela religião cristã.
3) A Reencarnação: Criado simples e ignorante, o Espírito decide e cria seu próprio destino usando o livre arbítrio. Seu progresso é consequência das experiências adquiridas em diversas existências, evoluindo constantemente, tanto em inteligência como em moralidade.
4) A Pluralidade dos Mundos Habitados: Os diferentes orbes do Universo constituem as diversas moradas dos Espíritos.
Segundo o espiritismo, aquilo que de mal as pessoas cometem deve ser pago em outras existências. No Cristianismo, ao contrário, o Verbo se fez homem e o Seu sofrimento tem um poder redentor para a humanidade. Por isso, não é necessário que o ser humano pague mais nada, ele já foi remido pela Cruz de Cristo. Nesse sentido, a reencarnação torna vã toda a obra da salvação. Com essa pretensão de enquadrar o mistério do sofrimento em uma lógica matemática, o espiritismo abole o perdão e acaba se tornando uma doutrina terrificante, ao invés de consoladora.
Além disso, olhando filosoficamente a questão, a doutrina espírita não passa de uma "torre de Babel": o espírito "cria seu próprio destino" por meio de um "progresso" e evolução constantes. Só que o abismo entre Criador e criatura não pode ser rompido senão pelo andar de cima: ou Deus vem salvar e redimir o homem ou ele está irremediavelmente perdido.
De fato, os espíritas só aderem à "torre de Babel" porque não creem que Jesus Cristo seja Deus – e essa é a razão principal pela qual o espiritismo não pode ser chamado de cristão. Na doutrina espírita, Cristo tem um papel irrisório: é um "guia" evoluído tão somente para este planeta (já que existiriam outros habitados por espíritos).
5) A Comunicabilidade dos Espíritos: Os Espíritos são os seres humanos desencarnados. Através dos médiuns podem comunicar-se com o mundo material.
Conforme a doutrina católica, quando as pessoas morrem, as almas são separadas (não "desencarnadas") dos seus corpos. Esta alma separada – agora, no Céu, no Inferno ou no Purgatório – pode comunicar-se com os vivos? De forma ordinária, não. Ou seja, os espíritos dos mortos não se comunicam conosco, habitualmente. Mas é possível, sob a forma de milagre, que Deus permita esse tipo de comunicação, tanto das almas que estão no Céu – como acontece nas aparições de Nossa Senhora – e no Purgatório – para ensinar a importância de rezar pela Igreja padecente –, quanto das que estão no Inferno – para excitar no homem o temor de Deus. O contato ordinário com os espíritos, na doutrina católica, não acontece com as almas dos falecidos, mas com outras criaturas: os anjos.
Então, à "comunicabilidade dos espíritos" a Igreja responde: é possível que aconteça, mas não ordinariamente. Por outro lado, é absolutamente proibida pela Revelação a evocação dos mortos [10]. Recorrer a essa prática de desobediência significa expor-se a grandes perigos espirituais.
Por fim, o livro de Rivas também cita como fundamento da doutrina espírita:
A Moral Espírita: Baseada no Evangelho de Jesus, é a máxima moral para a vida.
Trata-se do único item pelo qual os espíritas poderiam ser remotamente chamados de cristãos. Diz-se "remotamente" porque, ao mesmo tempo em que eles seguem algumas orientações morais do Evangelho, rejeitam outras, como o divórcio ou o "casamento" homossexual. Então, é só em um sentido muito estrito que se pode chamar o espiritismo de cristão.

Referências

  1. Luis Hu Rivas (org.), Doutrina Espírita para Principiantes: introdução ao estudo da doutrina que ilumina consciências e consola corações, Conselho Espírita Internacional, Brasília, 2009, 160p.
  2. Cf. Jo 16, 5s
  3. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 1, n. 4
  4. Catecismo da Igreja Católica, n. 73
  5. Ibidem, n. 67
  6. Cf. Mt 5, 22.29; 13, 42.50; 25, 41; Mc 9, 43-48
  7. O Livro dos Espíritos, livro I, cap. 1, I
  8. Catecismo da Igreja Católica, n. 362
  9. Ibidem, n. 365
  10. Cf. Lv 20, 27; Dt 18, 10ss; 2 Rs 21, 6; 23, 24; 1 Cr 10, 13; Is 8, 19

São Joaquim e Sant’Ana, pais de Nossa Senhora

São Joaquim e Sant'AnaCom alegria celebramos hoje a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant’Ana. Em hebraico, Ana exprime “graça” e Joaquim equivale a “Javé prepara ou fortalece”.
Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant’Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora. Sant’Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.
O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant’Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça. A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José.
A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.
São Joaquim e Sant’Ana, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-joaquim-e-santana-pais-de-nossa-senhora/

sexta-feira, 25 de julho de 2014

São Tiago Maior, grande amigo de Nosso Senhor

São Tiago MaiorNascido em Betsaida, este apóstolo do Senhor era filho de Zebedeu e de Salomé e irmão do apóstolo João, o Evangelista.
Pescador juntamente com seu irmão João, foi chamado por Jesus a ser discípulo d’Ele. Aceitou o chamado do Mestre e, deixando tudo, seguiu os passos do Senhor.
Dentre os doze apóstolos, São Tiago foi um grande amigo de Nosso Senhor fazendo parte daquele grupo mais íntimo de Jesus (formado por Pedro, Tiago e João) testemunhando, assim, milagres e acontecimentos como a cura da sogra de Pedro, a Transfiguração de Jesus, entre outros.
Procurou viver com fidelidade o seu discipulado. No entanto, foi somente após a vinda do Espírito Santo em Pentecostes que São Tiago correspondeu concretamente aos desígnios de Deus. No livro dos Atos dos Apóstolos, vemos o belo testemunho de São Tiago, o primeiro dentre os doze apóstolos a derramar o próprio sangue pela causa do Evangelho:
“Por aquele tempo, o rei Herodes tomou medidas visando maltratar alguns membros da Igreja. Mandou matar à espada Tiago, irmão de João” (At 12,1-2).
Segundo uma tradição, antes de ser martirizado, São Tiago abraçou um carcereiro desejando-lhe “a Paz de Cristo”. Este gesto converteu o carcereiro que, assumindo a fé em Jesus, foi martirizado juntamente com o apóstolo.
Existe ainda outra tradição sobre os lugares em que São Tiago passou, levando a Boa Nova do Reino. Dentre estes lugares, a Espanha onde, a partir do Século IX, teve início a devoção a São Tiago de Compostela.
São Tiago Maior, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-tiago-maior-grande-amigo-de-nosso-senhor/

quinta-feira, 24 de julho de 2014

São Charbel, obediente à ação do Espírito Santo e penitente

São CharbelO santo de hoje nasceu no norte do Líbano, num povoado chamado Bulga-Kafra, no ano de 1828. Proveniente de uma família cristã e centrada nos valores do Evangelho, muito cedo precisou conviver com a perda de seu pai.
Após discernir o seu chamado à vida religiosa, com 20 anos ingressou num seminário libanês maronita. Durante o Noviciado, trocou seu nome de batismo (José) por Charbel. Mostrou-se um homem fiel às regras, obediente à ação do Espírito Santo e penitente.
Após sua ordenação em 1859, enfrentou muitas dificuldades, dentre elas a perseguição ferrenha aos cristãos com o martírio de muitos jovens religiosos e a destruição de inúmeros mosteiros em sua época. Em meio a tudo isso, perseverou na fé, trazendo consigo as marcas de uma vocação ao silêncio, à penitência e à uma vida como eremita.
Aos 70 anos, vivendo num ermo dedicado a São Pedro e São Paulo, com saúde bastante fragilizada, discerniu que era chegada a hora de sua partida para a Glória Celeste. Era Véspera de Natal. E no dia 24 de Dezembro, deitado sobre uma tábua, agonizante, entregou sua vida Àquele que concede o prêmio reservado aos que perseveram no caminho de santidade: a vida eterna.
São Charbel, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-charbel-obediente-a-acao-do-espirito-santo-e-penitente/

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Santa Brígida, dedicou-se inteiramente ao serviço dos mais necessitados

Santa BrígidaA santa de hoje nasceu na Suécia, no ano de 1302. Ela foi entregue em casamento a um jovem chamado Wulfon, príncipe de Nerícia.
Ao casar-se com Wulfon, Santa Brígida assumiu, com orações e sacrifícios, a missão de lutar pela conversão de seu esposo, um homem entregue aos vícios e paixões desregradas.
Santa Brígida alcançou esta graça. E, juntamente com seu esposo (agora convertido) numa vida com muitas práticas de piedade, foram a diversas peregrinações, até que aos 32 anos Wulfon veio a falecer.
Agora viúva e mãe de 8 filhos, Santa Brígida dedicou-se inteiramente ao serviço dos mais necessitados, cuidando dos enfermos (dentro de um hospital fundado por ela mesma e por seu esposo). E tudo isto sem perder de vista a formação cristã de seus filhos.
Devota do Sagrado Coração de Jesus e da Santíssima Virgem, Santa Brígida passava horas em adoração a Jesus Sacramentado. Inspirada pelo Espírito Santo, fundou uma Ordem feminina e outra masculina. Consagrou-se na vida religiosa, e em meio a sofrimentos e inspirações reveladoras do próprio Jesus, aprofundou-se no mistério do Cristo crucificado, até que mergulhasse definitivamente neste mistério, quando em Roma, aos 71 anos, entrou na eternidade.
Santa Brígida, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/santa-brigida-dedicou-se-inteiramente-ao-servico-dos-mais-necessitados/

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