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sábado, 24 de junho de 2017

Sementes de FÉ - 24/06/2017


Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Ateus pedem fim da Imunidade Tributária das igrejas. Os corruptos agradecem!

Postado por

http://ocatequista.com.br/blog/item/15937-ateus-pedem-fim-da-imunidade-tributaria-das-igrejas-os-corruptos-agradecem

impostos_estado
A tributação que o governo brasileiro impõe aos seus cidadãos é a TERCEIRA MAIOR DO MUNDO, mas tem gente que ainda acha isso pouco, e quer que o governo sugue o povo ainda mais. A ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), por meio de uma petição on-line, conseguiu fazer com que o Senado estude uma proposta para extinguir a imunidade tributária das igrejas.
OS BONS DEVEM PAGAR PELO ERRO DOS MAUS?
A justificativa que os ateus militantes dão é a de que há muitos líderes religiosos picaretas, que exploram a credulidade alheia para o seu enriquecimento pessoal. De fato, se uma “igreja” não é propriamente uma igreja, mas um comércio disfarçado de culto, que visa o lucro e o enriquecimento de seus líderes, então é justo que seja taxada como qualquer outro empreendimento comercial. O erro – e a canalhice – está em querer enfiar todas as igrejas nesse lamaçal de porcos.
Atelhada, vocês querem mesmo negar os frutos da Pastoral da Criança, que ajudou a reduzir drasticamente a desnutrição e a mortalidade infantil no Brasil? Vão fingir que não sabem que a Igreja Católica é praticamente a única instituição que está acolhendo os refugiados haitianos em São Paulo (saiba mais aqui)? Isso sem contar o grande número de creches, cursos profissionalizantes e ajuda aos pobres em suas mais diversas necessidades.
Além da Igreja Católica – que é a maior instituição benemérita do mundo –, há muitas comunidades evangélicas e centros espíritas que realizam um trabalho de grande impacto social. E tudo isso depende principalmente do dinheiro que recebem dos fiéis e de benfeitores.
Fechar os olhos para grande o bem que essas instituições promovem na sociedade é ser, no mínimo, um idiota. Se alguns espertalhões se aproveitam da imunidade tributária dos templos para enriquecer, então todas as comunidades religiosas devem ser punidas? É justo que os bons paguem pelo erro dos maus? Que pensamento mesquinho e primário!
MAIS IMPOSTOS = MAIS CORRUPÇÃO
igrejas_imposto
E por falar em enriquecimento pessoal, não é novidade que políticos e burocratas – além dos empresários ligados a eles – metem a mão no dinheiro dos nossos impostos. Se é verdade que há líderes religiosos que são aproveitadores e enriquecem com o dízimo, muito mais numerosos e danosos são os que enriquecem às custas do dinheiro público!
Transferir parte dinheiro do dízimo para o cofre do Estado só vai punir as religiões honestas, prejudicar os pobres por elas beneficiados e colocar mais dinheiro à disposição de um Estado amplamente corrupto.
Ora, a lei que prevê a imunidade tributária para os templos de qualquer culto também estabelece que, para poder usufruir de imunidade ou isenção tributos, há necessidade de cumprir alguns requisitos. Cabe ao Estado verificar, caso a caso, se a igreja cumpre ou não com os requisitos necessários. Se essa análise não está sendo feita, não é culpa das igrejas sérias (para saber mais, confira o ponto 26, neste documento do site da Receita Federal).
EMPRESAS RECEBEM INCENTIVOS FISCAIS 
É bom lembrar que o mesmo Estado que reconhece o direito de imunidade tributária aos templos é o mesmo que confere enormes incentivos fiscais a empresas que financiam iniciativas sociais, culturais, educacionais, de saúde e esportivas, de cunho social. A lógica é a mesma: o Estado reconhece que, se uma instituição realiza algo para o bem comum, é justo incentivá-la, abrindo mão de parte dos recursos que receberia pelos impostos.
Os atelhos papagueiam que o Estado é laico. Ótimo! Então esse Estado não deve meter a mão no patrimônio consagrado a Deus e aos pobres. Imunidade tributária NÃO é subsídio nem é privilégio - é evitar impor um ônus indevido sobre as doações dos fiéis. O dinheiro dos templos não é laico!
A sociedade deve refletir se quer o fim da isenção tributária das igrejas, o que levará à eliminação de incontáveis obras de caridade e de interesse público. Por outro lado, os atelhos, os políticos e burocratas irão sorrir! Os primeiros, por puro ódio e espírito de porco; os demais, porque o volume de dinheiro em suas mãos aumentará. E viva o pixuleco!
Graças a Deus, a ATEA não representa o pensamento de todos os ateus. No ano passado, por exemplo, o multimilionário americano Robert W. Wilson deixou uma fortuna de 100 milhões de dólares para a Igreja. Mesmo sendo ateu e homossexual, ele declarou, quatro anos antes de morrer: “Eu sou ateu, mas as escolas católicas têm uma qualidade excepcional e eu achei que era meu dever ajudá-las” (Fonte: New York Times).
Para saber mais, acesse o site do Instituto Mises.

Fonte: http://ocatequista.com.br/blog/item/15937-ateus-pedem-fim-da-imunidade-tributaria-das-igrejas-os-corruptos-agradecem


A cura pela Palavra de Deus

via formacao.cancaonova.com/
É pela fé que somos curados
“Jesus reuniu seus doze discípulos. Conferiu-lhes o poder de expulsar os espíritos imundos e de curar todo mal e toda enfermidade” (Mt 10,1). Quando Jesus envia Seus discípulos em missão, Ele já lhes confere o poder, porque sabe da importância de um homem curado do corpo e da alma.
A primeira cura que Jesus faz na Bíblia é a libertação de um homem possesso de um demônio. O Senhor ordena que esse demônio se retire daquele homem. Então, o inimigo, imediatamente, obedece a Jesus e vai embora.
A segunda cura que Jesus faz na Bíblia – e Ele atribui isso a um milagre – é a cura da sogra de Pedro, que estava com febre. Ao ser curada por Jesus, ela imediatamente começa a servir ao Senhor.
Se nós fizermos todo um acompanhamento da vida de Jesus, a última cura que Ele faz é curar o cego que estava no caminho de Jericó, quando o Senhor ia para Jerusalém passar pelo suplício do madeiro da Cruz, onde Ele libertou toda a humanidade escrava do pecado e de satanás.
Aqui é importante lembrarmos por que a cura tem de acontecer: Jesus faz questão de associar toda doença, todo mal físico a um demônio. E Ele dirá que, ao ser liberta do demônio, a pessoa também é curada de todo mal físico e de toda a opressão espiritual. É impressionante como Jesus gostava de mostrar, na Bíblia, que a cura é natural quando invocamos o Seu nome. Ela é natural quando temos fé, e é pela fé que somos curados.
A Palavra de Deus também vai nos advertir para que não se pense que alcançaremos alguma coisa sem ter fé (cf. Tg 1,6-7). Então, se você está doente, precisa de um sinal, de um milagre de Deus, é pela fé que isso acontece.

É necessário deixar a vida velha para trás

Quando Bartimeu, no meio do caminho, começa a gritar: “Jesus, filho de Davi, tem compaixão de mim!”, o Senhor manda chamar o cego. No meio daquela multidão, o único que enxergou Jesus foi o cego, e isso é um grande sinal de fé. A fé daquele cego foi o que fez com que Jesus o chamasse. O homem deu um salto e deixou a capa. O que significa, aqui, “deixar a capa”? É deixar a vida velha, é deixar a vida de pecado. Bartimeu deixou toda aquela vida de maldições que herdou, já desde o ventre materno, para seguir Jesus. E quando ele chegou diante do Senhor, seus olhos estavam abertos e ele estava curado.
Quando Jesus chega diante daquele paralítico, à beira da piscina de Siloé, pergunta a ele: “O que você precisa?”. O paralítico responde: “Estou aqui esperando ser curado, esperando o anjo passar e a onda na água acontecer, para que eu possa mergulhar e ficar curado da minha paralisia”. Mas como ele iria pular na piscina se os outros sempre antes que ele entravam naquela água? Então, Jesus diz: “Vai, toma a tua maca. Tu estás curado”. Jesus faz questão de curá-lo, porque sabe que, uma pessoa que caminha, tem de entender que ela precisa caminhar livre de todo mal físico e espiritual.
Ironi Spuldaro
Exerce o ministério de pregação em todo o Brasil e em outros países.

Sementes de FÉ - 23/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Sementes de Fé - 22/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Sementes de Fé - 21/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

terça-feira, 20 de junho de 2017

Sementes de Fé - 20/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sementes de Fé - 19/06/2017




Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

domingo, 18 de junho de 2017

Sementes de Fé - 18/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Sementes de Fé - 16/06/2017



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Solenidade de Corpus Christi - Quinta-feira 15/06/2017

Primeira Leitura  (Dt 8,2-3.14b-16a)
Leitura do Livro do Deuteronômio:
Moisés falou ao povo, dizendo: 2Lembra-te de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu, esses quarenta anos, no deserto, para te humilhar e te pôr à prova, para saber o que tinhas no teu coração, e para ver se observarias ou não seus mandamentos. 3Ele te humilhou, fazendo-te passar fome e alimentando-te com o maná que nem tu nem teus pais conhecíeis, para te mostrar que nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca do Senhor. 14bNão te esqueças do Senhor teu Deus que te fez sair do Egito, da casa da escravidão, 15e que foi teu guia no vasto e terrível deserto, onde havia serpentes abrasadoras, escorpiões, e uma terra árida e sem água nenhuma. Foi ele que fez jorrar água para ti da pedra duríssima, 16ae te alimentou no deserto com maná, que teus pais não conheciam.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 147)
— Glorifica o Senhor, Jerusalém; celebra teu Deus, ó Sião!
— Glorifica o Senhor, Jerusalém; celebra teu Deus, ó Sião!
— Glorifica o Senhor, Jerusalém!/ Ó Sião, canta louvores ao teu Deus!/ Pois reforçou com segurança as tuas portas,/ e os teus filhos eu teu seio abençoou.
— A paz em teus limites garantiu/ e te dá como alimento a flor do trigo./ Ele envia suas ordens para a terra,/ e a palavra que ele diz corre veloz.
— Anuncia a Jacó sua palavra,/ seus preceitos e suas leis a Israel./ Nenhum povo recebeu tanto carinho,/ a nenhum outro revelou os seus preceitos.

Segunda Leitura (1Cor 10,16-17)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos: 16O cálice da bênção, o cálice que abençoamos, não é comunhão com o sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é comunhão com o corpo de Cristo? 17Porque há um só pão, nós todos somos um só corpo, pois todos participamos desse único pão.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Jo 6,51-58)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos judeus: 51“Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”. 52Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” 53Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue, verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que me recebe como alimento viverá por causa de mim. 58Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Sementes de Fé - 14/06/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

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