Pesquisar este blog

Carregando...

Redes Sociais


domingo, 21 de setembro de 2014

São Mateus apóstolo e evangelista

São MateusA Igreja celebra hoje, de forma especial, a vida de São Mateus apóstolo e evangelista, cujo nome antes da conversão era Levi. Morava e trabalhava como coletor de impostos em Cafarnaum, na Palestina. Quando ouviu a Palavra de Jesus: “Segue-me” deixou tudo imediatamente, pondo de lado a vida ligada ao dinheiro e ao poder para um serviço de perfeita pobreza: a proclamação da mensagem cristã!
Mateus era um rico coletor de impostos e respondeu ao chamado do Mestre com entusiasmo. Encontramos no Evangelho de São Lucas a pessoa de Mateus que prepara e convida o Mestre para a grande festa de despedida em sua casa. Assim, uma numerosa multidão de publicanos e outros tantos condenados aos olhos do povo, sentaram-se à mesa com ele e com Àquele que veio, não para os sãos, mas sim para os doentes; não para os justos, mas para os pecadores. Chamando-os à conversão e à vida nova.
Por isso tocado pela misericórdia Daquele a quem olhou e amou, no silêncio e com discrição, livrou-se do dinheiro fazendo o bem.
É no Evangelho de Mateus que contemplamos mais amplamente trechos referentes ao uso do dinheiro, tais como:
“Não ajunteis para vós, tesouros na terra, onde a traça e o caruncho os destroem.” e ainda:“Não podeis servir a Deus e ao dinheiro.”
Com Judas, porém, ficou o encargo de “caixa” da pequena comunidade apostólica que Jesus formava com os seus. Mateus deixa todo seu dinheiro para seguir a Jesus, e Judas, ao contrário, trai Jesus por trinta moedas!
Este apóstolo a quem festejamos hoje com toda a Igreja, cujo significado do nome é Dom de Deus,ficou conhecido no Cristianismo nem tanto pela sua obra missionária no Oriente, mas sim pelo Evangelho que guiado pelo carisma extraordinário da inspiração pôde escrever, entre 80-90 na Síria e Palestina, grande parte da vida e ensinamentos de Jesus. Celebramos também seu martírio que acabou fechando com a palma da vitória o testemunho deste apóstolo, santo e evangelista.
São Mateus, rogai por nós!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

TV Aparecida sedia debate presidencial promovido pela CNBB em setembro


APARECIDA, 29 Ago. 14 / 03:36 pm (ACI).- A CNBB - Conferência Nacional dosBispos do Brasil – realiza seu primeiro debate televisivo com os candidatos à Presidência da República. A TV Aparecida, responsável pela organização e geração de imagens, terá seu sinal retransmitido ao vivo pelas demais emissoras de TV, Rádio e Portal de inspiração católica no país. 
O encontro acontecerá no dia 16 de setembro e terá duas horas de duração (das 21h30 às 23h30). As regras e a participação dos candidatos foram acertadas com os representantes dos partidos políticos com representação na câmara dos deputados, conforme determina a Lei Eleitoral. 
O evento conta com a coordenação do jornalista Rodolpho Gamberini, com passagem pela Rede Globo, TV Cultura, Record e SBT. Padre Josafá Moraes, Diretor Geral da TV Aparecida, mediará os cinco blocos do Debate. 
No primeiro, haverá uma mensagem de abertura do presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis. Em seguida, será feira uma pergunta única aos candidatos, elaborada pela CNBB. 
No segundo bloco, os candidatos responderão perguntas dos Bispos indicados pela CNNB que poderão também abordar temas não ligados diretamente à religiosidade, como saúde, educação, habitação, reforma política, entre outros. 
No terceiro bloco, as perguntas serão feitas por jornalistas que irão representar as emissoras de TV e Rádio de inspiração católica que estarão transmitindo o evento. 
O quarto bloco, será do confronto direto entre os candidatos, onde cada um, por sorteio, poderá fazer perguntas ao outro, com réplica e tréplica. No quinto bloco os candidatos farão suas considerações finais.   ?
“Esse debate promovido pela CNBB, confirmado para o dia 16 de setembro em Aparecida, que será transmitido pelas emissoras de TVs, rádios e portais de inspiração católica é uma forma de fortalecer a democracia e tornar mais transparente o processo eleitoral”, afirmou o cardeal Arcebispo de Aparecida Dom Raymundo Damasceno.
“O Objetivo justamente possibilitar os candidatos de expor as suas ideias, os princípios que orientam e também o seu trabalho, expor um pouco o projeto que tem sobre o Brasil, sobre o governo que fará caso seja eleito, então tudo isso vai contribuir para os eleitores conheçam melhor os candidatos. Quanto mais nós conhecemos os candidatos, quanto mais nós tomamos pé, suas propostas, quanto mais nós conhecemos um pouco do seu passado, seu trabalho, onde exerceu alguma função, o quanto melhor nós saberemos escolher, com mais discernimento, com mais elementos para esta escolha, que fará com que teremos as condições de fazer uma opção digamos mais acertada, mais correta, para o bem do país, para o bem de toda a sociedade”, afirmou ainda o Cardeal.
Para o diretor geral da TV Aparecida, padre Josafá Moraes, o evento é um marco não apenas para a capital nacional da fé, mas para todo o país.
“É a primeira vez que um debate como esse acontece fora dos grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, enfim, e com ele, queremos representar e mostrar a todos a força dos interiores do Brasil. Para a TV Aparecida é uma imensa alegria poder sediar esse evento tão importante, em parceria com todas as mídias católicas, onde juntos, somando nossas forças, podemos alcançar mais de 90% dos lares brasileiros. Os telespectadores, ao acompanhar e conhecer melhor os candidatos, poderão votar de maneira ainda mais consciente”, conclui padre Josafá Moraes, C.Ss.R.
Rede Aparecida - A TV Aparecida está entre as 14 maiores emissoras de televisão do Brasil, segundo a ANATEL. Seu sinal está disponível para todo o país pela antena parabólica. Pelo canal aberto, pode ser sintonizada em 18 estados, 16 capitais e mais de 240 municípios, cobrindo cerca de 70 milhões de pessoas. Está disponível nas principais capitais do Brasil pelo sinal digital e nas TVs por assinatura.

Nossa Senhora das Dores, nos aponta para uma Nova Vida

Nossa Senhora das Dores“Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar!”
Assim, a Igreja reza a Maria neste dia, pois celebramos sua compaixão, piedade; suas sete dores cujo ponto mais alto se deu no momento da crucifixão de Jesus. Esta devoção deve-se muito à missão dos Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa – e sua entrada na Liturgia aconteceu pelo Papa Bento XIII.
A devoção a Nossa Senhora das Dores possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o seu Coração Imaculado; a fuga para o Egito; a perda do Menino Jesus; a Paixão do Senhor; crucifixão, morte e sepultura de Jesus Cristo.
Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor.
Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

domingo, 14 de setembro de 2014

A cruz é o sinal do amor de Deus por nós

A cruz é o sinal do amor de Deus por nós, por isso nós hoje exaltamos a cruz bendita de Nosso Senhor Jesus Cristo, no qual está a nossa libertação, está a nossa cura, a nossa salvação, a nossa restauração.
Ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: ‘Jesus Cristo é o Senhor’ — para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2,10-11).
Neste domingo, nós queremos celebrar a Exaltação da Santa Cruz. Quando exaltamos a cruz do Senhor, nós não exaltamos a cruz pela cruz, pelo contrário, a cruz em si é um sinal de maldição. O livro do Deuteronômio nos diz que: “Maldito seja todo aquele que for pregado no madeiro” (Dt 21,23).
Mas por que Nosso Senhor, o Bendito entre todos, foi pregado na cruz sagrada? A cruz se tornou verdadeiramente sagrada, porque o Senhor se consagrou com Seu sangue, vertendo naquela cruz a salvação de todos nós. Então, a maldição se tornou bênção, o maldito se tornou bendito!
Por isso nós hoje proclamamos, exaltamos e louvamos Aquele que foi pregado na cruz para a nossa salvação: Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Nós ouvimos na segunda leitura da Missa de hoje, na Carta de Paulo aos Filipenses, que Jesus Cristo se humilhou, fazendo-se obediente até a morte e morte de cruz. Foi por isso que o Pai O exaltou sobremaneira e deu a Ele o nome que está acima de todo nome.
A humilhação de Jesus Cristo, na suprema obediência, produz salvação, libertação, cura e restauração e, por isso, nós não tememos ao anunciar e pregar Jesus Cristo Crucificado. A linguagem da cruz pode parecer loucura para alguns, um escândalo para outros, mas, para nós, é o supremo poder de Deus!
Nós hoje exaltamos a cruz bendita de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, nós olhamos para o Crucificado e n’Ele está a nossa libertação, está a nossa cura, a nossa salvação, a nossa restauração.
Digo mais a você: não tenha receio, não tenha medo de ter em sua casa, no seu carro, por onde você andar, o crucifixo bento, exorcizado. Ele não é para nós qualquer coisa de invocação ou de sortilégio; não é nada disso! Para nós, é memorial, é a lembrança, é um sacramental daquele Deus que morreu na cruz por mim e por você.
Eu fico triste quando vou à casa de um cristão e encontro flores, encontro quadro deste ou daquele artista, mas não encontro o Cristo Crucificado. Você pode dizer: “Padre, Ele não está morto na cruz!”, sim, isso é verdade, Ele ressuscitou e está vivo para a glória de Deus, mas o sacríficio d’Ele na cruz jamais pode ser apagado de nossa mente, de nossas memórias e do nosso coração.
Deus abençoe você!

Exaltação da Santa Cruz, fonte de santidade e símbolo da vitória de Jesus

Exaltação da Santa CruzNos reunimos com todos os santos, neste dia, para exaltar a Santa Cruz, que é fonte de santidade e símbolo revelador da vitória de Jesus sobre o pecado, a morte e o demônio; também na Cruz encontramos o maior sinal do amor de Deus, por isso : “Nós, porém, pregamos um Messias crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos ” (I Cor 1,23).
Esta festividade está ligada à dedicação de duas importantes basílicas construídas em Jerusalém por ordem de Constantino, filho de Santa Helena. Uma, construída sobre o Monte do Gólgota e outra, no lugar em que Cristo Jesus foi sepultado e ressuscitado pelo poder de Deus. A dedicação destas duas basílicas remonta ao ano 335, quando a Santa Cruz foi exaltada ou apresentada aos fiéis. Encontrada por Santa Helena, foi roubada pelos persas e resgatada pelo imperador Heráclio.
Graças a Deus a Cruz está guardada na tradição e no coração de cada verdadeiro cristão, por isso neste dia, a Igreja nos convida a rezarmos: “Do Rei avança o estandarte, fulge o mistério da Cruz, onde por nós suspenso o autor da vida, Jesus. Do lado morto de Cristo, ao golpe que lhe vibravam, para lavar meu pecado o sangue e a água jorravam. Árvore esplêndida bela de rubra púrpura ornada dos santos membros tocar digna só tu foste achada”. “Viva Jesus! Viva a Santa Cruz!”
Santa Cruz, sede a nossa salvação!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Natividade de Nossa Senhora, celebramos o nascimento da Mãe de Jesus

Natividade de Nossa SenhoraHoje é comemorado o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta “casa”, que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os dons do Espírito Santo.
Deus dá um passo à frente na atuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres. Segundo uma antiga tradição os pais de Maria, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que em meio às lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus.
De fato, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos.
Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois Ela apareceu no mundo: a Aurora que precedeu o Sol da Justiça e Redentor da Humanidade.
Nossa Senhora, rogai por nós!

sábado, 6 de setembro de 2014

Por que batizar uma criança?

“Crê no Senhor Jesus e serás salvo, como também todos os de tua casa”
O batismo é um sinal visível da realidade oculta da salvação, de acordo com o Catecismo da Igreja Católica, número 774. A Igreja ensina isso a respeito de todos os sacramentos; nesse caso, o sacramento se mostra visível pelo sinal da água, que é derramada sobre a criatura. Por meio dessa graça, a pessoa se torna filho ou filha de Deus.
Batismo---940x500
No início da Igreja, os apóstolos obedeceram ao mandato do Senhor: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19). No livro dos Atos dos Apóstolos, vemos que os apóstolos foram testemunhas do principal evento da humanidade: a Morte de Jesus por amor à humanidade e Sua Ressurreição.
Os apóstolos anunciavam o Cristo, e aqueles que aderiam a Ele eram batizados. “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Mc 16,16). Quando Pedro anunciou Jesus para a família de Cornélio, este e toda sua família foram batizados. Ora, será que só havia adultos na família? Quando o carcereiro fez uma experiência de Deus, o que Paulo disse a ele?“Crê no Senhor Jesus e serás salvo, como também todos os de tua casa”; depois, completou o autor dos Atos dos Apóstolos: “E, imediatamente, foi batizado, junto com todos os seus familiares (cf. Atos 16,31-33). Será que as crianças não faziam parte da família?
Jesus sempre quis bem às crianças. “Trouxeram-lhe também criancinhas, para que ele as tocasse. Vendo isso, os discípulos as repreendiam. Jesus, porém, chamou-as e disse: ‘Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas. Em verdade vos declaro: quem não receber o Reino de Deus como uma criancinha, nele não entrará’” (Lc 18, 15-17).
Podemos constatar que há batismo de crianças no tempo da Igreja primitiva, pois Jesus quer bem a elas. Se ganho algo bom, quero partilhar com os meus. Os adultos fizeram uma experiência com Jesus Salvador e foram batizados e conquistaram esse sacramento também para os seus filhos.
Em nossa Igreja, os sacramentos da iniciação são: batismo, Eucaristia e crisma, sendo o primeiro a porta de entrada para os demais. Após o batismo, os pais e padrinhos se tornam os principais evangelizadores e catequistas dos neobatizados, vão ensiná-los sobre a fé e proporcionar-lhes experiências de oração. O padrinho deve ser presente e dar testemunho de fé em Jesus Cristo, esse é o maior presente que pode e deve dar ao seu afilhado.
O batismo, além da graça da filiação divina, concede o perdão dos pecados. A criança possui pecado? Sim, ela possui o pecado original, que significa o mal cometido por Adão e Eva. Eles foram chamados à santidade original – todos os homens foram e são chamados à santidade em Adão e Eva. Uma vez que os primeiros pais pecaram pela desobediência, a santidade original foi ferida. O apóstolo São Paulo confirmou isso quando disse: “Assim como, pelo pecado de um só, veio para todos os homens a condenação…” Mas como uma criancinha pode ter pecado?
O pecado não foi cometido e sim transmitido. O Catecismo da Igreja Católica ainda ensina “é um pecado «contraído» e não «cometido» um estado, não um ato.” (n. 404), e a consequência dele é a morte da alma. Por essa razão, a Igreja confere o batismo às crianças. Que desgraça foi o pecado original! No entanto, o mesmo São Paulo continuou: “Assim também, pela obra de justiça de um só [Cristo], virá para todos a justificação que dá a vida” (Rm 5,18). Jesus Cristo concede a graça da santidade original graças à Sua Páscoa e todo aquele que O acolhe e é batizado e salvo (cf. Mc 16,16).
Enfim, o batismo é um sacramento, uma graça sobrenatural. Já ouvi testemunhos em que os pais disseram que a criança havia melhorado após o batismo ou que nasceu com problemas e tiveram de batizá-la ali mesmo no hospital, às pressas, e ela saiu de lá sadia. Não é superstição. O batismo é um sinal visível de uma graça invisível, pode e é recomendado pela Igreja, insere a pessoa na linda família cristã, perdoa o pecado original e devolve a santidade original, a qual, a partir daí, deve ser ajudada com os pais, padrinhos e pela comunidade de fé.

Padre Marcio

Não terceirize a educação dos seus filhos

Não basta matricular os filhos em atividades, abdicando de obrigações que são de inteira responsabilidade dos pais.
Uma música do padre Zezinho nos diz que nenhuma família deve começar de repente, nem terminar por falta de amor e que os filhos conheçam a força do amor. Este refrão serve também para a educação dos filhos, pois muitos pais confundem a responsabilidade e importância da aprendizagem cognitiva, ou seja, focar suas forças para contribuir com o desenvolvimento mental e moral das crianças. Para isso investem em viagens, pesquisas na internet, leitura de livros e explicações dos conceitos do mundo. É claro que tudo isso é importante e ajuda no sucesso das carreiras profissionais de todos. Mas a pergunta que não quer calar é: será só isso o papel dos pais?
Não tercerize a educação dos seus filhos - 940x500
Muitos pensam que sim e acabam terceirizando essa incumbência para a escola, a babá e os professores particulares. Outra forma de fazer isso é colocar os filhos em várias atividades, como vôlei, natação, futebol, balé, inglês, entre outros, pensando que estão dando o melhor para eles e preparando-os para competirem na vida.
Não basta matricular os filhos nessas atividades, abdicando de obrigações que são de inteira responsabilidade dos pais. A formação principal deve acontecer no seio da família, com repasse de valores e condutas aceitáveis nos modelos cristãos. Esta atitude não pode ser terceirizada sem consequências danosas.
Muitos pais chegam muito cansados em casa e preferem deixar os filhos diante da TV ou nos joguinhos para que possam assistir aos seus programas favoritos sem ser incomodados. Cuidado: ao fazer isso você deixará que estes meios formem seus filhos e, com certeza, você não vai gostar depois dos resultados disso. E então não adianta chorar pelo leite derramado quando for chamado na escola por causa do mau comportamento dele ou na polícia porque ele roubou ou matou alguém.
Nessas horas a pergunta que surge é: “Como isto pôde acontecer se me matei de trabalhar para dar o melhor a meu filho!? Coloquei-o em tudo que estava ao meu alcance. Como? Como? Como?”. Para responder a esta pergunta tente lembrar quantas vezes você se sentou para conversar com seu filho e saber dos seus sentimentos, quem eram os seus colegas, quais os comportamentos inadequados que precisavam ser alinhados, porque quem ama educa. Quantas vezes você dedicou seu tempo para rezar com o seu filho, ler a Bíblia com ele e ensinar-lhe princípios de coletividade, respeito, partilha e espiritualidade? Ou este tempo foi gasto explicando a ele quais são as profissões mais promissoras e as melhores formas de ganhar na bolsa de valores? Quantas vezes você gastou horas no shopping comprando presentes para compensar a sua ausência em vez de fazer brinquedos caseiros? Ou simplesmente para dizer a ele o quanto você o ama.
O cuidado na instrução dos filhos é fundamental porque se você não o instruir para o bem, com certeza alguém o instruirá para o mal. Essa é uma escolha diária que fazemos na vida de nossos filhos para decidir quem vai ser o seu mentor: a família ou mundo.
Outra questão importante, além da terceirização da educação, é a terceirização do afeto, que acontece com pais que trabalham muito e não têm tempo para demonstrar amor aos filhos.Lembrem que tempo para filhos não tem a ver com a quantidade, mas com a qualidade deste. Quando estiver com seu filho fique 100% com ele, esqueça o trabalho que está atrasado, o telefone que chama, o WhatsApp que toca. Este tempo é de vocês.
Não existe fórmula pronta de sucesso para esse relacionamento, mas em todos eles há alguns itens que são fundamentais: amor, atenção e respeito. Bem como colocar limites e não fazer todas as vontades dos filhos e ensinar-lhes que o mundo não vai estar aí para dar tudo o que eles querem.
Exerçam a autoridade de pais com seus filhos, todos podem ajudar, mas a última palavra deve ser do casal, pois quando os problemas surgirem a responsabilidade vai ser de vocês, que vão ter que arcar juntos com eles [filhos] o seu fracasso.
Lembrem que nossos filhos não são nossos, Deus no-los deu para cuidarmos deles, para isso Ele nos deu autoridade espiritual sobre eles. Vamos exercê-la com sabedoria e amor e tudo o mais nos será acrescentado.

Ângela Abdo
Fonte: http://formacao.cancaonova.com/familia/educacao-de-filhos/nao-terceirize-a-educacao-dos-seus-filhos/

As intenções de oração do Santo Padre para setembro

2014-09-04 Rádio Vaticana
 Cidade do Vaticano (RV) – Foram divulgadas nesta quinta-feira as intenções de oração do Santo Padre para o mês de setembro:
A intenção universal é: “Para que os portadores de deficiência mental recebam o amor e a ajuda que necessitam para levar uma vida digna”.
Para a evangelização: “Para que os cristãos, inspirados pela Palavra de Deus, se empenhem no serviço aos pobres e aos sofredores”. (JE)

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Beata Teresa de Calcutá, dedicava sua vida aos mais pobres

Beata Teresa de Calcutá“Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho pela paz.”Mais do que falar e escrever, Madre Teresa vivenciou este seu pensamento.
Nascida a 27 de agosto de 1910 em Skoplje (Albânia), foi batizada um dia depois de nascer. A sua família pertencia à minoria albanesa que vivia no sul da antiga Iugoslávia. Seu verdadeiro nome era Agnes Gonxha Bojaxhiu.
Pouco se sabe da sua infância, adolescência e juventude, porque Madre Teresa não gostava de falar de si própria. Aos dezoito anos, surge-lhe o pensamento da consagração total a Deus na vida religiosa. Obtido o consentimento dos pais, e por indicação do sacerdote que a orientava, entrou, no dia 29 de setembro de 1928, para a Casa Mãe das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, situada na Irlanda.
O seu sonho, no entanto, era a Índia, o trabalho missionário junto aos pobres. Cientes disso, suas superioras a enviaram para fazer o Noviciado já no campo do apostolado. Agnes então partiu para a Índia e, no dia 24 de maio de 1931, faz a profissão religiosa tomando o nome de Teresa. Houve na escolha deste nome uma intenção, como ela própria diz: a de se parecer com Teresa de Jesus, a humilde carmelita de Lisieux.
Foi transferida para Calcutá, onde seguiu a carreira docente e, embora cercada de meninas filhas das melhores famílias de Calcutá, impressionava-se com o que via quando saía às ruas: os bairros pobres da cidade cheios de crianças, mulheres e idosos cercados pela miséria, pela fome e por inúmeras doenças.
No dia 10 de setembro de 1946, dia em que ficou marcado na história das Missionárias da Caridade (congregação fundada por Madre Teresa) como o “Dia da Inspiração”, Irmã Teresa, durante uma viagem de trem ao noviciado do Himalaia, depara-se com um irmão pobre de rua que lhe diz: “Tenho sede!”. A partir disso, ela tem a clareza de sua missão: dedicar toda sua vida aos mais pobres dos pobres.
Após um tempo de discernimento com o auxílio do Arcebispo de Calcutá e de sua Madre Superiora, Irmã Teresa sai de sua antiga congregação para dar início ao trabalho missionário pelas ruas de Calcutá. Começa por reunir um grupo de cinco crianças, num bairro pobre, a quem começou a dar escola. Pouco a pouco, o grupo foi crescendo. Dez dias depois, eram cerca de cinquenta crianças.
Os inícios foram muito duros, mas Deus ia abençoando a obra da Irmã Teresa e as vocações começaram a surgir, precisamente entre as suas antigas alunas. Em 1949, Madre Teresa começa a escrever as constituições das Missionárias da Caridade e a 7 de outubro de 1950 a congregação fundada por Madre Teresa é aprovada pela Santa Sé expandindo-se por toda a Índia e pelo mundo inteiro.
No ano de 1979 recebe o Prêmio Nobel da Paz. Neste mesmo ano, o Papa João Paulo II a recebe em audiência privada e torna Madre Teresa sua melhor “embaixadora” em todas as Nações, Fóruns e Assembléias de todo o mundo.
Com saúde debilitada e após uma vida inteira de amor e doação (vida esta reconhecida por líderes de outras religiões, presidentes, universidades e até mesmo por países submetidos ao marxismo), Madre Teresa foi encontrar-se com o Dono e Senhor de sua vida a 5 de setembro de 1997. Seu velório arrastou milhares de pessoas durante vários dias.
Foi beatificada pelo Papa João Paulo II no dia 19 de outubro de 2003, Dia Missionário Mundial.
Beata Teresa de Calcutá, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja

São Gregório MagnoHoje, celebramos a memória deste Magno (Grande) de Cristo: São Gregório I. Nascido em Roma no ano 540, numa família nobre que muito o motivou à vida pública.
Gregório (cujo nome significa “vigilante”), chegou a ser um ótimo prefeito de Roma, pois era desapegado dos próprios interesses devido sua constante renúncia de si mesmo. Atingido pela graça de Deus, São Gregório chegou a vender tudo o que tinha para auxiliar os pobres e a Igreja.
São Bento exercia forte influência na vida de Gregório, por isso, além de ajudar a construir muitos mosteiros, entrou para a vida religiosa do “Ora et Labora”.
Homem certo, no lugar certo, este foi Gregório que era alguém de senso de dever, de medida e dignidade. Além da intensa vida interior, bem percebida quando escreveu sobre o ‘ideal do pastor’:” O verdadeiro pastor das almas é puro em seu pensamento. Sabe aproximar-se de todos, com verdadeira caridade. Eleva-se acima de todos pela contemplação de Deus.”
Com a morte do Papa da época, São Gregório foi o escolhido para “sentar” na Cátedra de Pedro no ano de 590, e assim chefiar com segurança a Igreja num tempo em que o mundo romano passava para o mundo medieval.
São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja que conquistou o Céu com 65 anos de idade (no ano 604), deixou marcas em todos os campos, valendo lembrar que na Liturgia há o Canto Gregoriano, o qual eleva os corações a Deus, fonte e autor de toda santidade.
São Gregório Magno, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Inveja e fofocas não são cristãs e atentam contra a unidade da Igreja, diz o Papa

Na sua catequese de hoje, o Papa Francisco alentou os cristãos a não caírem na inveja e na fofoca dentro da Igreja, pois isto atenta contra a unidade pela qual Cristo rezou e é “obra do diabo”.


O Santo Padre recordou que ao fazer “nossa profissão de fé recitando o ‘Credo’, nós afirmamos que a Igreja é ‘uma’ e ‘santa’. É una porque tem a sua origem em Deus Trindade, mistério de unidade e de comunhão plena. Depois, a Igreja é santa, enquanto fundada sobre Jesus Cristo, animada pelo seu Espírito Santo, repleta do seu amor e da sua salvação”.


“Ao mesmo tempo, porém, é santa e composta de pecadores, todos nós, pecadores, que fazemos experiência cada dia das nossas fragilidades e das nossas misérias. Então, esta fé que professamos nos impele à conversão, a ter a coragem de viver cotidianamente a unidade e a santidade, e se nós são somos unidos, se não somos santos, é porque não somos fiéis a Jesus”.


O Santo Padre assegurou que “Ele, Jesus, não nos deixa sozinhos, não abandona a sua Igreja! Ele caminha conosco, Ele nos entende. Entende as nossas fraquezas, os nossos pecados, perdoa-nos, sempre que nós nos deixamos perdoar. Ele está sempre conosco, ajudando-nos a nos tornarmos menos pecadores, mais santos, mais unidos”.


“O primeiro conforto vem do fato de que Jesus rezou tanto pela unidade dos discípulos. É a oração da Última Ceia, Jesus pediu tanto: “Pai, que sejam uma só coisa”. Rezou pela unidade, e o fez propriamente na iminência da Paixão, quando estava para oferecer toda a sua vida por nós. É aquilo que somos convidados continuamente a reler e meditar, em uma das páginas mais intensas e comoventes do Evangelho de João, o capítulo dezessete”.


“Como é belo saber que o Senhor, pouco antes de morrer, não se preocupou consigo mesmo, mas pensou em nós! E no seu diálogo sincero com o Pai, rezou justamente para que pudéssemos ser uma só coisa com Ele e entre nós”.


Francisco assinalou que “a Igreja procurou desde o início realizar este propósito que está no coração de Jesus”.


“A experiência, porém, nos diz que são tantos os pecados contra a unidade. E não pensemos só nos cismas, pensemos em faltas muito comuns nas nossas comunidades, em pecados ‘paroquiais’, aqueles pecados nas paróquias”.


“Às vezes, de fato, as nossas paróquias, chamadas a serem lugares de partilha e de comunhão, são tristemente marcadas por inveja, ciúmes, antipatia…”.


“E as fofocas são acessíveis a todos. Como se fofoca nas paróquias! Isto não é bom. Por exemplo, quando alguém é eleito presidente daquela associação, fofoca-se contra ele. E se aquela outra é eleita presidente da catequese, as outras fofoca contra ela. Mas, esta não é a Igreja. Não se deve fazer isto, não devemos fazê-lo!”.


Francisco indicou que “isto é humano, sim, mas não é cristão! Isto acontece quando almejamos os primeiros lugares; quando colocamos no centro nós mesmos, com as nossas ambições pessoais e os nossos modos de ver as coisas, e julgamos os outros; quando olhamos aos defeitos dos irmãos, em vez de olhar para suas competências; quando damos mais peso àquilo que nos divide, em vez de olhar para o que nos une…”.


O Papa recordou que “uma vez, na outra diocese em que eu estava antes, ouvi um comentário interessante e belo. Falava-se de uma idosa que por toda a vida tinha trabalhado na paróquia e uma pessoa que a conhecia bem disse: ‘Esta mulher nunca falou mal dos outros, nunca fofocou, sempre estava com um sorriso’. Uma mulher assim pode ser canonizada amanhã!”.


“Diante de tudo isso, devemos fazer seriamente um exame de consciência. Em uma comunidade cristã, a divisão é um dos pecados mais graves, porque a torna sinal não da obra de Deus, mas da obra do diabo, que é por definição aquele que separa, que arruína as relações, que insinua preconceitos…”.


O Santo Padre assinalou que “Deus, em vez disso, quer que cresçamos na capacidade de nos acolhermos, de nos perdoarmos e de nos querermos bem, para nos assemelharmos sempre mais a Ele que é comunhão e amor. Nisto está a santidade da Igreja: em reconhecer-se à imagem de Deus, repleta da sua misericórdia e da sua graça”.


“Queridos amigos, façamos ressoar no nosso coração estas palavras de Jesus: ‘Bem aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus’ (Mt 5, 9). Peçamos sinceramente perdão por todas as vezes em que fomos ocasião de divisão ou de incompreensão dentro das nossas comunidades, bem sabendo que não se chega à comunhão se não através de uma contínua conversão. O que é a conversão? É pedir ao Senhor a graça de não falar mal, de não criticar, de não fofocar, de querer bem a todos. É uma graça que o Senhor nos dá. Isto é converter o coração“.


“E peçamos que a base cotidiana das nossas relações possa se tornar uma reflexão sempre mais bela e alegre da relação entre Jesus e o Pai”, concluiu.


Fonte: ACI Digital

Via: http://encontrocomcristo.com.br/inveja-e-fofocas-nao-sao-cristas-e-atentam-contra-a-unidade-da-igreja-diz-o-papa/

Postagens populares

Google Plus


Google+
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...