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sábado, 21 de outubro de 2017

Sementes de fé - 21/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Sementes de fé - 19/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Sementes de Fé - 18/10/2017 - São Lucas



Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


terça-feira, 17 de outubro de 2017

A Força Do Rosário Contra Os Demônios!

“Com esta arma, afastei muitas almas do Diabo.” (Cura d’Ars)

A força do Rosário contra os Demônios A grande verdade é que o Demônio odeia a Oração do Rosário! Mas infelizmente, me parece, que ainda muitos de nós não entendemos a força e o poder da Oração do Rosário. Alguns acham o mesmo “sem graça” e “monótono”, mas, se compreendessem sua força e eficácia, jamais o largariam!
Quero começar este artigo, escrevendo algumas experiências em que o Exorcista, padre Francesco Bamonte nos testemunhou. Padre Francesco Bamonte é atualmente o Presidente da Associação Internacional dos Exorcistas. Esta associação já teve por presidente o nosso querido Padre Gabriele Amorth, falecido em 16 de Setembro de 2016, e também como vice presidente Padre Rufus Pereira, falecido em 02 de Maio de 2012.
E quero começar por Padre Francesco, para mostrar que a força do Rosário não foi somente experimentada pelos Santos no passado, mas que o Santo Rosário continua eficaz como sempre o foi!
Portanto os relatos abaixo é de extrema credibilidade.
Assim nos diz Padre Bamonte:
“Na minha experiência de Exorcista, notei de que nenhuma oração extra-litúrgica é tão odiada, temida e hostilizada pelo Demônio como o Santo Rosário.
Um dia, enquanto eu pegava o terço para iniciar o ritual do Exorcismo sobre uma possessa, o Demônio exclamou:
– ‘É uma coisa que não suporto, não suporto! Aquele estúpido velho apelidara-a bem, tinha-lhe dado o nome certo: chamava-lhe “arma”, porque é uma verdadeira arma. Uma verdadeira arma contra nós’.
– Eu disse: ‘Em nome de Jesus, quem é o estúpido velho a que te referes?’
– ‘E ele: “Pio”
– ‘Padre Pio de Pietrelcina?’
– “Siiimm!!’
– Então, eu rebati: ‘Não é um estúpido: é inteligente, sábio e devoto.’
– E ele: ‘Para nós é um estúpido. Ainda agora, aquele estúpido trabalha ao lado do Nazareno e daquela mulher que está lá em cima.’
– ‘Como se chama aquela mulher que está lá em cima?’
– ‘Chama-se como esta (e dirige um palavrão à pessoa possessa que se chamava Maria).’
Noutro dia, enquanto eu exorcizava, tirei novamente um terço do bolso e imediatamente o Demônio gritou:
– “Tira essa corrente, tira essa corrente!”
– E eu: “Que corrente?”
– E ele: “Essa com a cruz ao fundo. Ela chicoteia-nos com essa corrente!”
Trata-se, na verdade, de uma linguagem metafórica, mas faz-nos compreender de maneira muito concreta o poder do Rosário e quanto o Demônio o teme.
Outra vez, eu tinha posto ao pescoço da pessoa possessa um terço; o Demônio gritou:
– “Queres matar-me? És um assassino! Estas contas são pior do que os espinhos da coroa de Cristo! São fogo vivo. Cada pérola é um coração consagrado! Mata-nos a todos! Tira-nos a respiração! Está a sufocar-me! Para nós é morte certa!”
Destaco também outras frases que o Padre Francesco Bamonte diz sobre o Santo Rosário, em outros Exorcismos:
“Cada conta desse terço, com que vós rezais, é para nós uma chicotada, queima-nos.”
“Quando usais aquela maldita corrente, sinto-me mal, porque invocais aquela (a Ave-Maria), recordais-me a vida dAquele e faz-me perder as forças.”
“Quem se agarra a esta (e procurou arrancar o terço que eu tinha posto ao pescoço da pessoa possessa), nunca se perderá.”
“Quando contemplais os mistérios daquele terço, fico doente. São bastonadas. Arranca de mim muitas, muitas almas. Porque é sua. Porque é daquela.”
“Odeio-o (o terço), porque é uma coroa de amor que une todas a Ele e a ela.”
Finalmente:
“Se vós todos soubésseis, eu seria destruído em menos de um segundo. Se rezassem o Rosário, esta coisa bastarda, com fé! (E afastou com desprezo o terço que eu tinha nas mãos.)
Sabes o que é que ela faz quando vós rezais o terço?…(diz uma série de insultos contra mim)…: Ela pega a vossa mão, estica-se para o Céu e pega na do vosso Deus, e, através desta oração, desta corrente de…(um palavrão)…, aproxima as duas mãos e aproxima-as para fazer com que se toquem. Quando estas duas mãos se encontram, ela exulta, exulta, exulta, ajoelha-se e reza. Só poucos homens alcançam aquela mão, porque muitas vezes são arrancados da mão daquela, porque não querem fazê-lo, graças a mim que sou o seu deus.”
Para finalizar, termino com o que nosso querido Padre Pio nos ensinou sobre o Rosário:
 “Satanás procura destruir esta oração, mas nunca o conseguirá: É a oração daquela que triunfa sobre tudo e sobre todos. Foi ela quem no-la mostrou, como Jesus nos ensinou o Pai-nosso.”
Portanto meu irmãos, o convite que faço é para que você não deixe e nunca desista da Oração do Santo Rosário! Mesmo que as coisas pareçam impossíveis, que estejam difíceis, tenha o Santo Rosário como sua arma por excelência!
A Virgem Maria não deixará sem respostas aqueles à quem recorrerem como um refúgio ao Santo Rosário!
Deus abençoe você!

Danilo Gesualdo, é membro da Comunidade Canção Nova e atua junto ao Ministério de Cura e Libertação, residindo em nossa sede em Cachoeira Paulista.
Para contato me envie um e-mail:
livresdetodomal@cancaonova.com

Fonte: https://blog.cancaonova.com/livresdetodomal/a-forca-do-rosario-contra-os-demonios/

Sementes de fé - 17/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Papa pede que cristãos sejam vigilantes para não cair na mundanidade

O cristão está sempre em vigilância, como um sentinela, disse o Papa na Missa de hoje

Da Redação, com Rádio Vaticano 
Papa durante homilia na Casa Santa Marta / Foto: Arquivo-RV
Somente Cristo crucificado salvará dos demônios que fazem “deslizar lentamente para a mundanidade”, destacou o Papa Francisco durante sua homilia na Missa celebrada nesta sexta-feira, 13, na Casa Santa Marta.
A homilia foi inspirada no Evangelho de Lucas, em que Jesus diz: “Mas se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus”. 
O Pontífice exortou ao exame de consciência e às obras de caridade, “aquelas que custam”, mas que “nos levarão a ser mais atentos” e vigilantes para que não entrem “astutos” personagens, ou seja, os demônios.
O Senhor, explicou o Papa, pede que os homens sejam vigilantes para não caír em tentação. Por isto, o cristão está sempre em vigilância, está atento, como um sentinela.
Evangelho fala da luta entre Jesus e o demônio e de alguns que disseram que Cristo tinha “a permissão de Belzebú” para expulsá-lo. Jesus não conta uma parábola, observou o Papa, mas diz uma verdade: quando o espírito impuro sai do homem, vagueia por lugares desertos buscando um repouso e, não encontrando, decide retornar para a casa de onde saiu, onde habita o homem “livre”.
Então o demônio decide trazer consigo “outros sete espíritos piores do que ele”, de forma que também a condição daquele homem fique pior do que antes. Precisamente a palavra “pior”, evidenciou o Santo Padre, tem tanta força nesta passagem, porque os demônios entram “na surdina”.
“Começam a fazer parte da vida. Também com as suas ideias e as suas inspirações, ajudam aquele homem a viver melhor… e entram na vida do homem, entram em seu coração e por dentro começam a mudar este homem, mas tranquilamente, sem fazer barulho. É diferente, este modo é diferente daquele da possessão diabólica que é forte: esta é uma possessão diabólica um pouco “de salão”, digamos assim. E isto é o que o diabo faz lentamente, em nossa vida, para mudar os critérios, para levar-nos à mundanidade. Se mimetiza em nosso modo de agir, e nós dificilmente nos damos conta. E assim, aquele homem, liberto de um demônio, torna-se um homem prisioneiro, um homem oprimido pela mundanidade. E isto é aquilo que o diabo quer, a mundanidade”.
A mundanidade, por outro lado, é “um passo adiante na ‘possessão’ do demônio”, acrescentou Francisco. É um “encantamento”, é a “sedução”. Porque é o “pai da sedução”. O Papa explicou que, quando o demônio entra tão suavemente, educadamente e toma posse das atitudes, os valores vão do serviço a Deus à mundanidade. Assim, os cristãos se tornam “cristãos mornos, cristãos mundanos” com uma “mistura” – que o Papa chama de “salada de frutas” – entre o espírito do mundo e o espírito de Deus. Tudo isso afasta de Deus, ressaltou.
Francisco respondeu então à questão do que fazer para “não cair” e para sair de tal situação, reafirmando o tema da vigilância. “Vigiar significa entender o que acontece no meu coração, significa parar um pouco e examinar a minha vida. Sou cristão? Eu educo mais ou menos bem os meus filhos? Minha vida é cristã ou é mundana? E como posso entender isso? A mesma receita de Paulo: olhar para Cristo crucificado. A mundanidade só vê onde está e se destrói diante da cruz do Senhor. E este é o propósito do Crucifixo em nossa frente: não é um ornamento; é exatamente o que nos salva desses encantamentos, dessas seduções que nos levam à mundanidade”.
O Pontífice convidou os fiéis a se perguntarem se olham para o Cristo crucificado, se fazem a Via Sacra para ver o preço da salvação, não só dos pecados, mas também da mundanidade.
“Então, como eu disse, o exame de consciência, para ver o que ocorre. Mas sempre diante do Cristo crucificado. A oração. E depois, fará bem fazer-se uma fratura, não nos ossos: uma fratura nas atitudes confortáveis: as obras de caridade. Estou confortável, mas vou fazer isso, que me custa. Visitar uma pessoa doente, ajudar alguém que precisa… não sei, uma obra de caridade. E isso rompe a harmonia que procura fazer esse demônio, esses sete demônios com o chefe, para fazer a mundanidade espiritual”.

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-pede-que-cristaos-sejam-vigilantes-para-nao-cair-na-mundanidade/

domingo, 15 de outubro de 2017

Sementes de fé - 15/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Santa Teresa de Ávila (Santa Teresa de Jesus)

Santa Teresa de Ávila, conseguiu recuperar o fervor de muitas carmelitas

Com grande alegria lembramos, hoje, da vida de santidade daquela que mereceu ser proclamada “Doutora da Igreja”: Santa Teresa de Ávila (também conhecida como Santa Teresa de Jesus). Teresa nasceu em Ávila, na Espanha, em 1515 e foi educada de modo sólido e cristão, tanto assim que, quando criança, se encantou tanto com a leitura da vida dos santos mártires a ponto de ter combinado fugir com o irmão para uma região onde muitos cristãos eram martirizados; mas nada disso aconteceu graças à vigilância dos pais.
Aos vinte anos, ingressou no Carmelo de Ávila, onde viveu um período no relaxamento, pois muito se apegou às criaturas, parentes e conversas destrutivas, assim como conta em seu livro biográfico.
Certo dia, foi tocada pelo olhar da imagem de um Cristo sofredor, assumiu a partir dessa experiência a sua conversão e voltou ao fervor da espiritualidade carmelita, a ponto de criar uma espiritualidade modelo.
Foi grande amiga do seu conselheiro espiritual São João da Cruz, também Doutor da Igreja, místico e reformador da parte masculina da Ordem Carmelita. Por meio de contatos místicos e com a orientação desse grande amigo, iniciou aos 40 anos de idade, com saúde abalada, a reforma do Carmelo feminino. Começou pela fundação do Carmelo de São José, fora dos muros de Ávila. Daí partiu para todas as direções da Espanha, criando novos Carmelos e reformando os antigos. Provocou com isso muitos ressentimentos por parte daqueles que não aceitavam a vida austera que propunha para o Carmelo reformado. Chegou a ter temporariamente revogada a licença para reformar outros conventos ou fundar novas casas.
Santa Teresa deixou-nos várias obras grandiosas e profundas, principalmente escritas para as suas filhas do Carmelo : “O Caminho da Perfeição”, “Pensamentos sobre o Amor de Deus”, “Castelo Interior”, “A Vida”. Morreu em Alba de Tormes na noite de 15 de outubro de 1582 aos 67 anos, e em 1622 foi proclamada santa. O seu segredo foi o amor. Conseguiu fundar mais de trinta e dois mosteiros, além de recuperar o fervor primitivo de muitas carmelitas, juntamente com São João da Cruz. Teve sofrimentos físicos e morais antes de morrer, até que em 1582 disse uma das últimas palavras: “Senhor, sou filha de vossa Igreja. Como filha da Igreja Católica quero morrer”.
No dia 27 de setembro de 1970 o Papa Paulo VI reconheceu-lhe o título de Doutora da Igreja. Sua festa litúrgica é no dia 15 de outubro. Santa Teresa de Ávila é considerada um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. Mesmo ateus e livres-pensadores são obrigados a enaltecer sua viva e arguta inteligência, a força persuasiva de seus argumentos, seu estilo vivo e atraente e seu profundo bom senso. O grande Doutor da Igreja, Santo Afonso Maria de Ligório, a tinha em tão alta estima que a escolheu como patrona, e a ela consagrou-se como filho espiritual, enaltecendo-a em muitos de seus escritos.
Santa Teresa de Ávila, rogai por nós!

sábado, 14 de outubro de 2017

Sementes de fé - 14/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Sementes de Fé - 13/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Sementes de Fé - 12/10/2017

Monsenhor Antônio José de Moraes
Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Brasil

Nossa Senhora da Conceição Aparecida - Padroeira do Brasil

 Lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora das famílias brasileiras

A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).
Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.
Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.
Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).
No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora “Aparecida” das águas.
O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.
Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.
Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o “maior Santuário Mariano do mundo”.
Neste ano de 2017, a Igreja comemora os 300 anos em que a imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada por três pescadores nas águas do Rio Paraíba do Sul no ano 1717.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

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