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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Terço Bizantino de São Jorge Mártir e Oração de São Jorge Mártir Contra a maldição

TERÇO BIZANTINO DE SÃO JORGE MÁRTIR (Pe. Marcelo Rossi)

Primeiro Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DO DESESPERO DESSA DOENÇA...

Segundo Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DESSA DOR...

Terceiro Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DESSE DESESPERO FINANCEIRO...

Quarto Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DESSE DESESPERO NA FAMÍLIA...

Quinto Mistério – SÃO JORGE MÁRTIR, PELA PÁSCOA DO SENHOR JESUS, LIBERTAI-ME DESSE MAL ESPIRITUAL...

ORAÇÃO DE SÃO JORGE MÁRTIR CONTRA A MALDIÇÃO – Adaptação Pe. Marcelo Rossi

Na Ressurreição de Jesus, estou revestido com as roupas e as armas de São Jorge Mártir.
São Jorge Mártir, expulsai de nós em nome de Jesus todas as forças do mal, afastai de nós os malefícios, a bruxaria, os feitiços, os maus olhados, tudo o que é mal, pecado, inveja, ódio, a doença física, psíquica, moral, espiritual e diabólica.
Com a força do Deus Todo Poderoso, em nome do Senhor Jesus Cristo...
Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem. Tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem. E nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal.
Armas de fogo o meu corpo no Sangue de Jesus, não alcançarão.
Facas e lanças se quebrem no Sangue de Jesus, sem o meu corpo tocar.
Cordas e correntes se arrebentem no Sangue de Jesus, sem o meu corpo amarrar.
Pois estou na Ressurreição de Jesus, Revestido com as roupas e as armas de São Jorge Mártir.
Feliz Páscoa! Passagem da morte para vida, da escuridão para luz, que é Jesus!

O culto da Divina Misericórdia

VATICANO - O culto da Divina Misericórdia
Cidade do Vaticano (Agência Fides) - As formas de culto da Divina Misericórdia
 transmitidas através de Irmã Faustina, são as seguintes:
- a imagem de Jesus Misericordioso;
- o pequeno rosário da Divina Misericórdia;
- a festa da Misericórdia;
- a hora da Misericórdia;
- a difusão da Divina Misericórdia
 A imagem de Jesus Misericordioso:


1ª imagem pintada

A imagem ocupa uma posição - chave em toda a devoção à Divina Misericórdia, ela reproduz a figura de Cristo ressurgido e abençoador, segundo quanto foi descrito por Irmã Faustina após a visão que teve aos 22 de fevereiro de 1931, na qual o Senhor pedia-lhe: “Pinte uma imagem como o modelo que estás a ver,
 e escreve embaixo: “Jesus confio em Vós!”. Desejo que essa imagem seja venerada antes na vossa capela e depois no mundo inteiro..”

Os elementos mais característicos da imagem são os dois raio. Jesus assim explica seu significado: “O raio pálido representa a Água, que justifica as almas; o raio vermelho representa o Sangue, que é a vida das almas... Feliz aquele que viverá à sua sombra” A imagem chamada “o recipiente”: “Ofereço aos homens um recipiente, com o qual devem vir e atingir as graças na fonte da minha Misericórdia”.
O senhor promete muitas graças para quem a venerar com confiança: “Através dessa imagem irei conceder muitas graças para as almas, portanto cada alma deve poder ter acesso a ela”; “a alma que venerará essa imagem não perecerá”; “Também prometo já nesta terra ... a vitória sobre os inimigos”; “Eu mesmo a defenderei como minha própria glória na hora da morte”. A imagem deve lembrar “as exigências da Minha Misericórdia, pois mesmo a fé mais forte, a nada serve sem as obras.” O pequeno rosário da Divina Misericórdia: Junto com a imagem é relevada uma prece, como ulterior e essencial elemento ao culto da Divina Misericórdia. O texto foi ditado por Jesus a Irmã Faustina em 1935. Depois Jesus falou-lhe 14 vezes para explicar o objetivo e as promessas ligadas a sua recitação, revelando sua especial eficácia: “Exorte as almas a rezar o pequeno rosário” ... “Pela recitação deste pequeno rosário gosto de conceder tudo o que me é pedido. Quem a recitar irá obter tanta Misericórdia na hora da morte ....” Os sacerdotes a aconselham aos pecadores como última tábua de salvação; mesmo um pecador calejado se recitar esse pequeno rosário só uma vez, obterá a graça de minha infinita Misericórdia.”...

“Com a recitação do pequeno rosário aproxima-se de mim o gênero humano”.

Novena Divina Misericórdia 7º dia

Sétimo dia

Hoje traze-Me as almas que veneram e glorificam de maneira especial a minha Misericórdia, e mergulha-as na minha Misericórdia. Estas almas foram as que mais sofreram por causa da minha Paixão e penetraram mais profundamente no meu espírito. Elas são a imagem viva do meu Coração compassivo. Estas almas brilharão com especial fulgor na vida futura. Nenhuma delas irá ao fogo do Inferno; defenderei cada uma delas de maneira especial na hora da morte.

Oração Misericordiosíssimo Jesus, cujo Coração é o próprio amor, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas que honram a glorificam de maneira especial a grandeza da vossa Misericórdia. Estas almas tornadas poderosas pela força do próprio Deus, avançam entre penas e adversidades, confiando na vossa Misericórdia. Estas almas estão unidas com Jesus e carregam sobre os seus ombros a humanidade toda. Elas não serão julgadas severamente, mas a vossa Misericórdia as envolverá no momento da morte.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que glorificam e honram o vosso maior atributo, isto é, a vossa inescrutável Misericórdia; elas estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Estas almas são o Evangelho vivo e as suas mãos estão cheias de obras de misericórdia; suas almas repletas de alegria cantam um hino de misericórdia ao Altíssimo. Suplico-Vos, ó Deus, mostrai-lhes a vossa Misericórdia segundo a esperança e confiança que em Vós colocaram. Que se cumpra nelas a promessa de Jesus, que disse: "As almas que veneram a minha insondável Misericórdia, Eu mesmo as defenderei durante a vida, especialmente na hora da morte, como minha glória." Amém.                                              

Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *


São permitidas músicas protestantes dentro da Santa Missa?

via Christo Nihil Praeponere



O Papa Emérito Bento XVI trabalhou arduamente durante todo o seu pontificado para mostrar a beleza e a importância da liturgia na vida da Igreja. Mais do que documentos e papéis (os quais possuem obviamente a sua relevância), procurou viver a liturgia em toda a sua plenitude, educando pelo exemplo. Ensinou a todos que "uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental. A liturgia não deve ser simplesmente uma expressão de sentimentos, mas deve emergir a presença e o mistério de Deus no qual ele entra e pelo qual nós nos permitimos ser formados".

Desse modo, tudo que envolve a liturgia tem sua importância e o seu significado. Como centro da vida do cristão católico, portanto, não se pode realizá-la de qualquer maneira. A Igreja, ao longo dos seus dois mil anos de História, sempre teve especial atenção aos cânticos e músicas executadas nas mais diversas celebrações, especialmente na Santa Missa. O Catecismo da Igreja Católica dedica os números 1156 e seguintes, para explicar a importância do canto e da música para a liturgia:


"A tradição musical da Igreja universal constitui um tesouro de valor inestimável que se destaca entre as demais expressões de arte, principalmente porque o canto sacro, ligado às palavras, é parte necessária ou integrante da liturgia solene. (…) O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por estarem intimamente ligadas à ação litúrgica, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembleia nos movimentos previstos e o caráter solene da celebração. Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis. (…) Todavia, os textos destinados ao canto sacro hão de ser conformes à doutrina católica, sendo até tirados de preferência das Sagradas Escrituras e das fontes litúrgicas."
Ora, Catecismo é bastante claro no sentido de que a Igreja possui a música como patrimônio e este não deve ser ignorado ou substituído por modismos. Os cantos e a música colaboram para que cada fiel mergulhe no mistério da celebração e aproxime-se do centro que é Deus. O Papa Bento XVI, em sua exortação apostólica Sacramentum Caritatis, é ainda mais objetivo quando diz:


"Na sua história bimilenária, a Igreja criou, e continua a criar, música e cânticos que constituem um patrimônio de fé e amor que não se deve perder. Verdadeiramente, em liturgia, não podemos dizer que tanto vale um cântico como outro; a propósito, é necessário evitar a improvisação genérica ou a introdução de gêneros musicais que não respeitem o sentido da liturgia. Enquanto elemento litúrgico, o canto deve integrar-se na forma própria da celebração; consequentemente, tudo — no texto, na melodia, na execução — deve corresponder ao sentido do mistério celebrado, às várias partes do rito e aos diferentes tempos litúrgicos. Enfim, embora tendo em conta as distintas orientações e as diferentes e amplamente louváveis tradições, desejo — como foi pedido pelos padres sinodais — que se valorize adequadamente o canto gregoriano, como canto próprio da liturgia romana."
Percebe-se, então, que a música e o canto devem ser escolhidos com critério, respeitando o sentido da liturgia que não é outro senão adorar a Deus, fazendo memória da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Para isso, é necessário sair do antropocentrismo e devolver a Deus seu lugar no centro da celebração.

As músicas e cantos que fazem parte do patrimônio da Igreja já passaram pelo crivo teológico e, presume-se, portanto, que estejam isentas de erros ou de heresias. O que não acontece com músicas de autores declaradamente protestantes, pois, como o próprio nome já diz, estão separados da Igreja por algum motivo que pode, de alguma forma, refletir-se na letra da música. Se isso ocorre, o católico, inadvertidamente, estará proferindo um erro ou uma heresia.

Para não correr o risco de errar e induzir outros em erros e, o que é pior, em heresias, recomenda-se permanecer sempre com o patrimônio da Igreja. Seguro, portanto, é caminhar pela vereda apontada pelo Papa Emérito Bento XVI: preservar o patrimônio de fé e de amor que é a música e o canto sacros, utilizando-os e focando na formação dos músicos, "valorizando adequadamente o canto gregoriano, como canto próprio da liturgia romana". Desse modo, o mundo será introduzido no mistério da liturgia e não o contrário.

Fonte: https://padrepauloricardo.org/episodios/sao-permitidas-musicas-protestantes-dentro-da-santa-missa?utm_content=buffercf1c0&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Novena Divina Misericórdia 6º dia

Sexto  dia

Hoje traze-Me as almas mansas, assim como as almas das criancinhas,
e mergulha-as na minha Misericórdia. Estas almas são as mais semelhantes ao meu Coração. Elas reconfortaram-Me na minha amarga Paixão da
minha agonia. Eu as vi quais anjos terrestres que futuramente iriam
velar junto aos meus altares. Sobre elas derramo torrentes de graças.
Só a alma humilde é capaz de aceitar a minha graça;
às almas humildes favoreço com a minha confiança.

Oração
Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes: "Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração", aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas mansas e humildes e as almas das criancinhas. Estas almas encantam o Céu todo e são a especial predileção do Pai Celestial, são como um ramalhete diante do trono de Deus, com cujo perfume o próprio Deus se deleita. Estas almas têm a mansão permanente no Coração compassivo de Jesus e cantam sem cessar um hino de amor e misericórdia pelos séculos. Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas mansas e humildes e
para as almas das criancinhas, que estão encerradas na mansão compassiva do Coração de Jesus. Estas almas são as mais semelhantes a vosso Filho;
 o perfume destas almas eleva-se da Terra e alcança o vosso trono.
Pai de Misericórdia e de toda bondade, suplico-Vos pelo amor e predileção que tendes para com estas almas, abençoai o mundo todo, para que todas
as almas cantem juntamente a glória à vossa Misericórdia,
por toda a eternidade. Amém.                                            
 Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *



terça-feira, 22 de abril de 2014

Novena Divina Misericórdia 5º dia

Quinto  dia

Hoje traze-Me as almas dos Cristãos separados da Unidade da Igreja e
mergulha-as no mar da minha Misericórdia. Na minha amarga Paixão dilaceravam o meu Corpo e o meu Coração, isto é, a minha Igreja.
Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se as
 minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a minha Paixão.



Oração

Misericordiosíssimo Jesus que sois a própria Bondade, Vós não negais a luz àqueles que Vos pedem, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas dos nossos irmãos separados, e atraí-os pela vossa luz à unidade da Igreja e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração, mas
fazei com que também eles glorifiquem a riqueza da vossa Misericórdia. Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos nossos irmãos separados que esbanjaram os vossos bens e abusaram das vossas graças, permanecendo teimosamente nos seus erros. Não olheis para os seus erros, mas para o amor do vosso Filho e para a sua amarga Paixão que suportou
por eles, pois também eles estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Fazei com que também eles glorifiquem a vossa
 Misericórdia por toda a eternidade. Amém.
                                                                                                                                                               
Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Novena Divina Misericórdia 4º dia

Quarto dia
Hoje traze-Me os pagãos e aqueles que ainda não Me conhecem e nos quais pensei na minha amarga Paixão. O seu futuro zelo consolou o meu Coração. Mergulha-os no mar da minha Misericórdia.
Oração
Misericordiosíssimo Jesus, que sois a luz de todo o mundo, aceitai na
mansão do vosso compassivo Coração as almas dos pagãos que ainda
não Vos conhecem. Que os raios da vossa graça os iluminem para que
também eles, juntamente conosco, glorifiquem as maravilhas da vossa Misericórdia e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração.


Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos pagãos e daqueles

que ainda não Vos conhecem e que estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Atraí-as à luz do Evangelho. Essas almas não sabem que grande felicidade é amar-Vos. Fazei com que também elas glorifiquem a riqueza
da vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém                                                      
                                                                                                                                                                

                                                                                                                   Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *

Indulgência aos devotos da Divina Misericórdia


Papa João Paulo II
Foto: Vaticano
Quem é devoto da Divina Misericórdia pode receber indulgência plenária ou parcial
No dia 29 de junho do ano de 2002, Festa de São Pedro e São Paulo, foi publicado o decreto do Papa João Paulo II, por meio do qual é concedida indulgência plenária ou parcial aos fiéis que forem devotos da Divina Misericórdia.

O Santo Padre afirmava que, da Misericórdia de Deus, pode-se esperar muitos e riquíssimos frutos espirituais, por isso publicou o referido decreto. Veja as condições necessárias para que o devoto alcance a indulgência:

Indulgência plenária: 

É preciso atender às três condições habituais:

Confissão sacramental - É preciso que o fiel tenha se confessado com um ministro apto naquele dia.

Comunhão Eucarística – O fiel deverá receber a Comunhão Eucarística no dia em que oferecer a indulgência.

Rezar pelas intenções do Santo Padre – O devoto deverá rezar pelas intenções do Sumo Pontífice também no mesmo dia.

Atendidas as três condições, o fiel precisa:

* No segundo Domingo de Páscoa, ou seja, no Dia da Misericórdia Divina, em qualquer igreja ou oratório, com o espírito desapegado completamente da afeição a qualquer pecado, também venial, participar das práticas de piedade em honra à Divina Misericórdia, ou pelo menos recitar, na presença do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no Tabernáculo, o Pai-Nosso e o Credo, juntamente com uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso. Exemplo: "Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti".

Fiéis em condições especiais também podem alcançar a indulgência plenária: 


Homens do mar, que realizam o seu dever na grande extensão do oceano; aos numerosos irmãos, que os desastres da guerra, as vicissitudes políticas, a inclemência dos lugares e outras causas do gênero, afastaram da pátria.

Enfermos e a quantos os assistem e a todos os que, por uma justa causa, não podem abandonar a casa ou desempenham uma atividade que não pode ser adiada em benefício da comunidade.

* O fiel, que se enquadra numa das condições especiais, acima citadas, precisa:

- Reconhecer-se pecador e arrepender-se de seus pecados;

- Recitar piedosamente, diante da imagem de Nosso Senhor Jesus Misericordioso, o Pai-Nosso e o Credo;

- Acrescentar às orações seguintes uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso: "Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti";

- Logo que seja possível, deve cumprir as três habituais condições: confissão, comunhão, orações pelo Santo Padre.

Indulgência parcial: 


* O fiel que não se enquadra nas condições acima pode receber indulgência parcial desde que, com o coração contrito, eleve a Jesus Misericordioso uma das invocações piedosas legitimamente aprovadas, como o Terço da Divina Misericórdia. 

domingo, 20 de abril de 2014

3º dia da Novena da Divina Misericordia

Terceiro dia
Hoje traze-Me todas as almas piedosas e fiéis e mergulha-as no oceano da minha Misericórdia. Estas almas consolaram-Me na Via-sacra;
foram aquela gota de consolações em meio ao mar de amarguras.


Oração

Misericordiosíssimo Jesus, que concedeis prodigamente a todas as graças do tesouro da vossa Misericórdia, acolhei-nos na mansão do vosso compassivo Coração e não nos deixeis sair dele pelos séculos; suplicamo-Vos pelo amor inconcebível de que está inflamado o vosso Coração para com o Pai Celestial. Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas fiéis, como a herança do vosso Filho. Pela sua dolorosa Paixão concedei-lhes a vossa bênção e
cercai-as da vossa incessante proteção, para que não percam o amor e o tesouro da santa fé, mas com toda a multidão dos Anjos e dos Santos glorifiquem a vossa imensa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém                                                    
                                                     
                                                                                                                                                                 Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *

Páscoa do Senhor – Domingo 20/04/2014

Leitura dos Atos dos Apóstolos:
Naqueles dias, 34aPedro tomou a palavra e disse: 37“Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João:38como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele.
39E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz.
40Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos.
42E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. 43Todos os profetas dão testemunho dele: “Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 117)
— Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!
— Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!
— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!/ ‘Eterna é a sua misericórdia!”/ A casa de Israel agora o diga:/ “Eterna é a sua misericórdia!”
— Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!
— A mão direita do Senhor fez maravilhas,/ a mão direita do Senhor me levantou./ Não morrerei, mas, ao contrário, viverei/ para cantar as grandes obras do Senhor!
— A pedra que os pedreiros rejeitaram/ tornou-se agora a pedra angular./ Pelo Senhor é que foi feito tudo isso;/ que maravilhas ele fez a nossos olhos!

Segunda Leitura (Cl 3,1-4)
Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses:
Irmãos: 1Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto,2onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. 4Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Jo 20,1-9)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo.
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 19 de abril de 2014

Mensagem de Páscoa


Santo Tomás de Aquino, ao analisar a paixão de Cristo, o Seu sofrimento, o Seu amor e tudo quanto Ele teve de suportar em Sua humanidade, chega à conclusão de que Cristo sofreu mais por Sua compaixão que por Sua paixão:
"A dor da compaixão foi maior que a da paixão e o motivo é que: 1. a caridade, com a qual ele sofria os nossos males, era preponderante sobre o equilíbrio do seu complexo psicofísico, com o qual sofria pela sua paixão; 2. além disto, para ele era mais preciosa a honra divina, que fora ofendida pelas nossas culpas, por quanto dependia de nós, do que a sua vida física; e, como sinal disto, suportou aquela dor a fim de eliminar esta [ofensa]." [1]
"A dor da compaixão foi maior que a da paixão", isto é, o sofrimento que Ele experimentou em sua humanidade não foi tão grande quanto aquele que sofreu movido pela caridade, pelo amor por nós. Jesus sofreu ao ver-nos perdidos e abandonados no pecado. Por isso, em Sua compaixão infinita, "desceu aos infernos" de nossa miséria; como Bom Pastor, desceu conosco ao "vale da sombra da morte" [2].
Eis o grande dom da Páscoa. Cristo entra nos cenáculos de nossa vida e deseja: "A paz esteja convosco!" [3]. Apaziguando os nossos corações, Ele diz que não precisamos ter medo. O Bom Pastor deu a vida por suas ovelhas, desceu ao vale tenebroso para resgatar-nos; em sua grande compaixão, Ele – que não precisava – sofreu a paixão de suas ovelhas; e, agora, Ele mesmo carrega-nos em seu regaço.
Eis a vitória da Páscoa, a paz que podemos encontrar no coração de Cristo. "Se morremos com Cristo, cremos que viveremos também com ele [4]": se com Ele descemos ao "vale da sombra da morte", agora temos a esperança de estar com Ele, um dia, na glória do Céu.
Uma feliz e santa Páscoa a todos!

Referências

  1. Comentário sobre as Sentenças, Livro 3, Distinção 15, Explicação do texto
  2. Sl 22 (23), 4
  3. Lc 24, 36; Jo 20, 19
  4. Rm 6, 8
http://padrepauloricardo.org/blog/mensagem-de-pascoa

2º dia da Novena da Divina Misericordia

Segundo dia Hoje traze-Me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na minha insondável Misericórdia. Elas Me deram força para suportar a amarga Paixão. Por elas, como por canais, corre para a humanidade a minha Misericórdia.

Oração
Misericordiosíssimo Jesus, de quem provém tudo que é bom, aumentai
em nós a graça para que pratiquemos dignas obras de misericórdia
a fim de que aqueles que olham para nós,
 glorifiquem o Pai da Misericórdia que está no Céu. Eterno Pai, dirigi o olhar da vossa Misericórdia para a porção eleita da vossa vinha: para as almas dos sacerdotes e religiosos. Concedei-lhes o poder da vossa bênção e, pelos sentimentos do Coração de vosso Filho, no qual estão encerradas, dai-lhes a força da vossa luz, para que possam guiar os outros
nos caminhos da salvação e juntamente com eles cantar a glória da vossa insondável Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.                                                                
                                                           Rezar o Terço da Divina Misericórdia  *


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