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segunda-feira, 2 de março de 2015

Como escolher um(a) namorado(a)?

Dicas de como escolher um namorado
Escolher um(a) namorado(a) não é uma tarefa fácil; na verdade, é exigente. Primeiro, porque se você quiser encontrar uma pessoa para namorar, terá de procurá-la. Não basta rezar e permanecer de braços cruzados. Isso não quer dizer que você tenha de sair se oferecendo por aí. É importante socializar-se, estar entre jovens, em ambientes que demonstrem aquilo que você quer assumir. Exemplo: se você quiser um cara sério, um cristão atuante na Igreja, não será em um baile funk que você irá encontrá-lo.
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Segundo: é importante conhecer um pouco essa pessoa que você está a fim de namorar antes de ficar com ela e assumir um compromisso sério. Não vá com muita “sede ao pote”; perceba, primeiro, quem ela é, pois a amizade é um filtro para escolher um(a) namorado(a).
Terceiro: lembre-se de que não existe um homem ou uma mulher perfeitos. O que existe somos nós, seres pecadores. Não queira alguém pronto. O namoro, o noivado e o casamento são, justamente, para nos ajudar a construir uma pessoa melhor para o mundo e para Deus. Agora, é claro que há virtudes e modos de pensar primordiais. Se você for uma pessoa exigente para escolher a roupa que usará num baile de formatura, deverá ser muito mais para escolher com quem dividirá a sua história de vida e os seus sonhos.
Particularmente, fui bem exigente na minha escolha e tive de esperar seis anos até namorar o Guilherme; uma longa espera que exigiu sacrifícios. Antes dessa espera, tive outros relacionamentos, mas, em um determinado momento, era preciso rompê-los, porque eu percebia que não seria bom permanecer junto deles.
Pior que terminar um namoro é casar-se com a pessoa errada. Para que você possa fazer bem uma escolha é preciso saber o que você deseja. O que você quer? Que tipo de rapaz ou de garota você quer? Que qualidade o seu(sua) namorado(a) deve ter? O que você espera dele(a)? Você não deve ter medo de pontualizar as suas prioridades e as apresentar para Deus. Reze com a sua verdade, com a solidão que assola seu coração de solteiro(a). Reze com a alegria de ter um namorado(a) maravilhoso(a). Enfim, converse com Deus com a sua mais sincera verdade.
Ao escolher um namorado(a), não se prenda às aparências físicas, pois elas passam e não sustentam um verdadeiro amor. Desça até a profundeza de sua alma e busque lá os seus valores.
O namoro é um tempo belo de conhecimento na vida de dois jovens. Começa com a amizade, ou até mesmo com a atração física, mas, com o tempo, vai saindo da superficialidade e se aprofundando. O namoro é o momento certo para escolher se é com essa pessoa que você quer passar o resto da sua vida. Como diz o professor Felipe Aquino, “o namoro é o melhor momento para um divórcio”.
Você não deve ter medo de romper um namoro se perceber que ele não o está ajudando a ser uma pessoa melhor, a construir seu caminho para o Céu. Namorar é tempo de fazer escolhas conscientes que vão além de sentimentos e emoções.
Deus abençoe a sua escolha!

domingo, 1 de março de 2015

2º Domingo da Quaresma - Domingo 01/03/2015

Primeira Leitura (Gn 22,1-2.9-13.15-18)

Leitura do Livro do Gênesis:
Naqueles dias, 1Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: “Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou”. 2E Deus disse: “Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá e oferece-o aí em holocausto sobre um monte que eu te indicar”.
9aChegados ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha, em cima do altar. 10Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho. 11E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: “Abraão! Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou”. 12E o anjo lhe disse: “Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único”.
13Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho.
15O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu, 16e lhe disse: “Juro por mim mesmo — oráculo do Senhor —, uma vez que agiste deste modo e não me recusaste teu filho único, 17eu te abençoarei e tornarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. 18Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeceste”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 115)
— Andarei na presença de Deus, junto a ele na terra dos vivos.
— Andarei na presença de Deus, junto a ele na terra dos vivos.

— Guardei a minha fé, mesmo dizendo:/ “É demais o sofrimento em minha vida!”/ É sentida por demais pelo Senhor/a morte de seus santos, seus amigos.
— Eis que sou o vosso servo, ó Senhor,/ vosso servo que nasceu de vossa serva;/ mas me quebrastes os grilhões da escravidão!/ Por isso oferto um sacrifício de louvor,/ invocando o nome santo do Senhor.
— Vou cumprir minhas promessas ao Senhor/ na presença de seu povo reunido;/ nos átrios da casa do Senhor,/ em teu meio, ó cidade de Sião!

Segunda Leitura (Rm 8,31b-34)

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos:
Irmãos: 31bSe Deus é por nós, quem será contra nós? 32Deus, que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos daria tudo junto com ele?
33Quem acusará os escolhidos de Deus? Deus, que os declara justos? 34Quem condenará? Jesus Cristo, que morreu, mais ainda, que ressuscitou, e está à direita de Deus, intercedendo por nós?

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Mc 9,2-10)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 2Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e os levou sozinhos a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. 3Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. 4Apareceram-lhe Elias e Moisés, e estavam conversando com Jesus.
5Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”.
6Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo. 7Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!” 8E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles. 9Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos.
10Eles observaram essa ordem, mas comentavam entre si o que queria dizer “ressuscitar dos mortos”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Pornografia: seus efeitos e sua derrota

Há quem compare o poder viciante da pornografia à dependência de drogas como a cocaína
A pornografia tem um efeito devastador no cérebro humano, pois suas imagens ficam gravadas em nossa mente e nos acompanham durante anos ou durante toda a vida. Há quem compare seu poder viciante ao de drogas como cocaína. O interessante é que uma simples olhada em imagens, vídeos pornográficos ou fotos sensuais podem inocular, em nossa mente, um efeito constante, ou seja, basta fechar os olhos e ter acesso àquilo que foi visto, registrado.
Lembro-me de que, infelizmente, meu presente de sete anos de vida, isso mesmo, 7 anos (uma criança!), foi um revista pornográfica dada pelo meu padrinho de batismo. Digo a você que, até hoje, as cenas daquela revista estão em minha mente, tal o poder devastador da pornografia. Lógico que, hoje, por um processo de autoconhecimento e de muita oração perante Deus, essas cenas não me controlam mais, porque eu escolho olhar para minha futura esposa buscando, nesse relacionamento, a pureza à qual sou chamado a viver. Mas, por muito tempo, o “ideal” de mulher e de amor que havia em minha mente era o daquela revista.
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A pornografia não só é um pecado, mas é uma profunda deturpação do que é um homem e uma mulher de verdade. A pornografia cria a ilusão do prazer, a alienação do outro como um dom e sujeito de dignidade. A pornografia cria a fantasia de que o ser humano é uma máquina a ser manipulada na obtenção máxima de prazer, custe o que custar.
Olha-se o corpo (muitas vezes, alterado pelo ‘Photoshop’ ou pelos mais modernos meios de edição de vídeos), mas não se percebe o coração.
Se você é viciado em pornografia, quero chamar a sua atenção para a ilusão que vive, pois nunca terá, na vida real, a promessa daquela revista e daquele vídeo. Esse vício o jogará na amargura do irrealizado e, assim, o fará perder a promessa de uma vida humana digna de respeito e doação. Ele tirará de você a capacidade de amar de verdade, pois fará seus olhos e mente parar naquilo que é vazio e montado. Infelizmente, muitos pais (no meu caso, o padrinho) incentivam seus filhos, principalmente os homens, a ver material pornográfico. Triste esse caminho! Na verdade, não estamos sendo educados para o amor verdadeiro, mas para a ilusão de que o prazer responderá às angústias de nosso coração! Não…
E se meu filho já estiver viciado em pornografia? O que fazer?
Uma boa conversa é o começo. Não parta para a censura e para a reprovação de imediato. Converse com ele sobre as motivações que o levaram a acessar tal material. Gaste tempo com ele, fale da realidade do amor e abra os olhos de seu filho frente à mentira e ilusão que a pornografia cria. Mostre-lhe o quanto é desumano a vida de mulheres e homens que se colocam como artistas do “pornô”. E o quanto uma simples imagem pornográfica marca para sempre sua mente. Pergunte para ele se quer fazer da sua futura esposa e mãe de seus filhos uma dessas mulheres que ele vê na revista ou no filme.
Pesquisas têm mostrado que adolescentes expostos à pornografia apresentam respostas emocionais traumáticas, relações sexuais em idade precoce, um aumento do risco de doenças sexualmente transmissíveis e um desenvolvimento de compulsões sexuais e perversões. Sem contar relacionamentos afetivos apenas objetivos, ou seja, o ser humano como objeto e não sujeito. Sexo por sexo!
Vamos a algumas dicas para deixar o vício da pornografia:
1- Assumir que está ferido
Muitas pessoas pensam que a pornografia é algo inofensivo ou apenas uma satisfação de curiosidade. De fato não! Somos visuais, e as imagens entram em nosso cérebro fazendo verdadeiras catástrofes. É preciso assumir tal fraqueza, encarar que não se tem controle referente a isso, pois só assim saberá o quanto foi atingido e o tamanho da ferida!
2- Buscar ajuda
Não há como querer vencer sozinho. Depois de assumir o problema, é hora de buscar ajuda. Encontrar alguém maduro afetivamente, com quem você possa se abrir, dizendo de suas fraquezas. Um bom diretor espiritual e um confessor ajudarão muito! Pecado se vence na confissão! Às vezes, até um processo de terapia é interessante, caso seu vício esteja muito enraizado.
3- Armar-se
Eu disse, acima, sobre pessoas e ajuda, mas é preciso, de sua parte, armar-se. Ter uma vida de oração e sacramentos, ler a Palavra de Deus e buscar a Eucaristia. A adoração a Jesus Eucarístico é um bom remédio também. Ficar, ali, durante alguns minutos, vendo o Senhor e apresentando a Ele sua mente e seus desejos vai, aos poucos, limpar a sujeira que entrou pelos seus olhos.
 4- Decisão firme
Não há como vencer a batalha dormindo com o inimigo. É preciso desfazer-se de toda possibilidade de pornografia. Jogue fora revistas, filmes, imagens etc. Às vezes, é preciso romper com as pessoas que o motivam ao vício. Não dá para, em meio à guerra, ficar em território inimigo!
 5- Sempre ativo
Nós sabemos e sentimos quando estamos prestes a cair no pecado. Não tem essa de “eu não sabia que ia dar nisso”. Ninguém cai do nada no precipício. Sempre é um passo de cada vez. Quais são as suas fragilidades? Quando está mais sensível? Sabendo disso e se tornando ativo nessas horas, evitará cair ladeira abaixo.
 6- Não é pecado sentir
Às vezes, na luta contra o pecado, as pessoas se tornam obcecadas e pensam que até o que sentem é pecado. Não é assim! O pecado está em “consentir” e não em “sentir”. Quando vejo uma mulher bonita, sinto sua beleza entrar em meus olhos. Isto não é pecado. Pecado é quando eu pego essa beleza, que entrou em mim, e a manipulo, desejo-a e a deixo dominar meus pensamentos. No entanto, o que posso fazer, ao sentir isso, é louvar a Deus por minha afetividade viva e ativa, louvá-Lo pela beleza da criação e da criatura. Canalizar o desejo em Deus!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Material completo da Campanha da Fraternidade 2015 para Download - Via CNBB

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